” É pelo trabalho que a mulher vem diminuindo a distância que a separava do homem, somente o trabalho poderá garantir-lhe uma independência concreta. “
Que saibamos dialogar com mais tolerância num mundo diverso e plural. E que, mesmo lidando com reações diferentes em meio a tantos interesses distintos entre si, sejamos capazes de entender não só as nossas necessidades, mas também a do outro e “as dos outros”. É sempre significativo tamanho esforço. Afinal, por maiores que sejam as nossas divergências, sabemos que o extremismo não aponta caminhos, mas sim, o respeito. O respeito é o instrumento vital de compreensão e interpretação, do que os outros, nos dizem em relação as suas faltas.
No que se refere a violência contra a mulher, muito do que se diz e tratar como patologia, na verdade, não passa de uma questão cultural. Nem sempre são ” os monstros ” como se costuma adjetivar os homens que praticam crimes bárbaros contra a mulher, por exemplo. Claro, não são todos que agem dessa forma; pelo contrário, existem aqueles que são lúcidos e, contra algo dessa natureza. Todavia, na maioria dos casos, quando se tentar qualificar um comportamento como patológico, coisas como ” ah, fulano é assim…”. Ou ” ele faz isso”, porque sofreu muito quando era criança. Me recuso a concordar que seja. É o próprio homem que carrega consigo a informação, desde muito tempo que, a mulher – foi e é vista, pelo menos por uma parcela masculina ainda, que ela continua sendo objeto de sua propriedade. Por que se contabiliza tantas mortes com requinte de crueldade, alguém já parou para pensar? Claro, é resquício de um passado permeado de machismo, e não é patologia. Veja, eu não estou negando a situação em si. Evidentemente, existem casos específicos. Mas a maioria, não é. Aquela mulher do passado que, portanto, era tida como um ser pertencente ao homem, onde mais do que seu dono, ele podia usufruir de seu corpo como bem quisesse, traduz os moldes de tempos pretéritos. Hoje, mesmo diante de inúmeras mudancas significativas que temos, ainda há uma parcela de indivíduos que alimenta essa forma de pensar, digo ” tem a mesma visão atrelada aos comportamentos e costumes de outrora”, a de que, ” a mulher foi feita para lhe servir, seja o seu corpo, ou os seus serviços domésticos. Você compreende como há sempre uma visão inferiorizado da mulher? Isso, não sou eu a Marii que afirma. Mas é uma questão cultural. Nem sempre se trata de monstro, mas de um passado com resquícios machistas.
Ousadia. Acreditar em quem você é, sobretudo, saber trabalhar o seu potencial, mostrando principalmente que é capaz, sem se preocupar com aprovação dos outros (essa é uma forma de liberdade a mais que o indivíduo tem) e, que aumenta a confiança não só em si, mas no que faz, atua. De modo geral, ousadia é a palavra que impulsiona a vida, faz diferença.
Não adianta buscar fora, o que você só encontra do lado de dentro. Esse é um ” não vitalício ” da vida. Infelizmente, tal detalhe, só se aprende às duras penas.
Tudo aquilo que é grande se manifesta com uma sabedoria ilimitada: rios, montanhas, florestas, planetas. Tudo é maior do que verdadeiramente, se imagina. E você percebe como tudo vive no mais perfeito equilíbrio? Resiliência – de uma ponta à outra, tudo é disciplina e equilíbrio, mesmo em movimento. Tudo encontra caminho, quando existe vontade; quando se partilha as mesmas necessidades. Todas as cabeças se alinham olhando para o mesmo céu, sol, luar, estrelas, ou força maior – Deus.
Movimento e força
O que faz braços e pernas se movimentarem na mesma direção, é o que você procura de valor nas pessoas ou situações. Se há excesso, não há faltas. A sensibilidade em relação ao outro, é o que faz com que eu e você, compreenda as suas necessidades. Sem essa pequena percepção, não se encontra grandeza em nada.
Há vida em sua volta.
Há leveza!
Existe coerência entre princípios,
Valores são inegociáveis –
Quando se sabe o que realmente se procura.
E, maravilha é saber que a vida é assim: Num instante, navegantes! Claro- pequenos, sem guia de direção. Mas, aprendendo a viver diante de toda grandeza. Resilientes diante das nossas infinitas distrações diárias. Adequando-nos ao que propõe a infinitude do que alcança os nossos olhos…observando a vida em nossa volta.
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