Violência Contra a Mulher

Violência Contra a Mulher

A violência contra a mulher nasce de uma relação de poder; mostrando que os casos são muitos, e que isso é reflexo da cultura machista que vivemos onde, infelizmente, se normalizar vários tipos de comportamentos.
Nos casos em que há essa relação de poder, essa violência raramente é punida. Geralmente, isso acontece no ambiente de trabalho, a vítima dificilmente, vai denunciar seu chefe. Já em relação a comportamentos e contextos que ajudam a potenciar práticas que evidenciam essa violência, é possível citar por exemplo, a normalização de brincadeiras, como piadas, mal- entendidos que provocam desconfortos, às vezes, do mais simples, até os mais profundos.
E há ainda, situações onde a pessoa não consegue identificar que ela está sendo vítima, como os casos que envolvem a pedofilia e outros crimes. Só depois de muito se compartilhar situações que há fotos e imagens, é que se descobre que a mulher ou a criança é vítima de assediadores e agressores.
Pensando nesse tipo de situação, é que se faz necessário falar, porque falando se consegue promover, além da consciência na população; a sensação de desconforto nas pessoas que praticam esses tipos de crimes, afirmando que isso não fica na impunidade. A grande máxima é “ quanto mais você conscientiza, mais você protege “. Por isso, a importância de se falar e incentivar a denúncia. Se a vítima estiver sozinha, ela tem medo. Mas consciente e ciente do que precisa fazer, ela denuncia.
Em todas as situações, vale ressaltar que, independente da forma de como a violência aconteça, fale. Pois, é só tendo a face conhecida que essas pessoas pagam por seus crimes.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Imagem: autoral

Santarém, Pá 2 de agosto de 2025

Agosto Lilás

Hoje pela manhã, eu estive no Ministério Público participando da abertura da Campanha Agosto Lilás. Na oportunidade, falei sobre o meu livro: O Amor Verdadeiro Contesta.
O Agosto Lilás, visa conscientizar a sociedade sobre a importância de se combater a violência contra a mulher, e também porque marca os 19 anos da Lei Maria da Penha. É um momento para reflexão e também avaliarmos como essa lei tem sido fundamental para que a mulher possa denunciar, juntamente com todos nós toda e qualquer forma de violência.

Marii Freire. Agosto Lilás

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Imagem: autoral

Santarém, Pá 1 de agosto de 2025

Escolhas

Quando de fala em escolhas, é necessário ressaltar que ” nem sempre somos resultado de nossas escolhas”  como muitos dizem. Às vezes, nem temos o direito de optar por nada. Pois, a vida simplesmente, obriga que sigamos adiante, sem nos perguntar se o simples fato de percorrermos uma reta, é o que realmente gostaríamos. Ora, sem perceber, a vida, os fatos, as circunstâncias ” corta o cordão umbilical ” que precisa, e diz:  ” vá!”. Você, ainda perplexo e sem jeito, precisa ensaiar um passo de cada vez e ir.

” A vida é uma ordem no imperativo, e quem não estiver atento a isso, vai sofrer punição das mais severas possíveis.”

Hoje, você comemora com os seus, amanhã não terá tempo, e se sobrar tempo, não terá mais as pessoas que diz amar. A ” escolha” é uma espécie de consolo para que “eu e você” tenhamos o prazer de sonharmos como é o final de nossa jornada; que brilho é esse que ofusca os nossos e nos faz imaginar como seremos recepcionados ao chegar do outro lado, especialmente ao constatar que o caminho se mostra tão agreste.

Com habilidade e um pouco de exagero, se constrói metáforas que permitem ligar céu e terra, possível com impossível, pensamentos com sonhos que nunca serão alcançados. Mas, a gente luta; acha que faz boas escolhas; sem imaginar que excluímos muitas outras oportunidades, só para depois poder dizer ” somos donos de nossos destinos”, – nem sempre satisfeitos, mas sempre seguindo em frente, esperando que a sorte nos abrace com a força e genuína felicidade de ” mãe que não ver o  filho há nove anos”, mas escolhe imaginar a beleza do encontro.

Marii Freire. Escolhas

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Imagem: Pinterest/ Sereni

Santarém, Pá 30 de julho de 2025

Violência Contra a Mulher

60 socos em 35 segundos de agressão!

A violência praticada por Igor Cabral contra a namorada deixou uma sociedade inteira revoltada, porque agora, Igor alega ter sofrido um “ surto claustrofóbico”, inclusive, diz ser “ autista” . A fala gera indignação nas pessoas e não justifica a verdadeira causa de tamanha brutalidade que é ciúmes. O episódio mostra aquilo que não é novidade para ninguém. Pois, a violência acontece silenciosamente todos os dias em diversos lares. Pena que, nesses lugares, não há testemunhas, nem câmeras que comprovem o que essas mulheres sofrem caladas na pele.
Nós, não podemos aceitar conviver com a violência. Isso é uma negação clara dos nossos direitos. Nós, enquanto sociedade estamos diante de um atraso mental por conhecer como a violência é e saber principalmente , que ela aniquila sonhos, perspectivas e a vida das pessoas, especialmente, a vida de mulheres que, na maioria das vezes não tem defesa. Nesse caso, a vítima pode contar com a ajuda de outras pessoas.

Vamos juntos, denunciar a violência!

Marii Freire. Violência Contra a Mulher.

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Imagem:autoral

Santarém – Pá 30 de julho de 2025

Violência Doméstica

Existe um perfil pronto do agressor? Quais as características que ajudam a identificar, se um indivíduo é um “potencial agressor? “ Diz pra mim nos comentários, o que você pensa sobre isso!

Marii Freire. Perfil do agressor

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Imagem: autoral

Santarém, Pá 28 de julho de 2025

Brilho Próprio

Ter brilho próprio é importante, porque esse detalhe faz com que o indivíduo seja capaz de se destacar por aquilo que é, pelo que reluz de si próprio, e não pelo o que lhe serve de intermédio.

Mozart, Beethoven e Bach são nomes que nos encantam até hoje, essa turma tinha brilho próprio. E se você analisar, temos muitas referências em diversas áreas da educação, filosofia, astrologia, medicina, direito e outros. O que estou tentando fazer aqui é estabelecer uma conexão com o que afirmo sobre a capacidade que cada pessoa tem de se destacar pelo que é. Veja, na área da educação e conhecimento, podemos dedicar isso a Paulo Freire. Os labirintos humanos, Sigmund Freud, Monja Coen. E você também reflete algo bom? A sua luz ofusca outras pessoas? O que há de bonito aí dentro que, você possa sentir e dizer “ essa qualidade nasceu comigo” o que faço é revelar ela ao mundo.

Brilho próprio a gente não “ inventa” para encantar as pessoas, essa é uma qualidade que nasce conosco, portanto, é fundamental saber a importância disso na nossa vida, tendo em mente que “ nem todos que chegam até nós; chegam com a alma desnuda. Em outras palavras, nem todas as pessoas são autênticas. Muitas chegam trazendo uma doze de veneno, e ao nos abraçar, injetam isso bem debaixo da costela, sabe? É, infelizmente, o abraço é perigoso, porque você nunca sabe quando ele é verdadeiro. De modo que, algumas pessoas fazem uma boa leitura a nosso respeito e se mostram confiáveis. Já em outros casos, não.

É engraçado como a vida é, às vezes, dentre as suas muitas voltas, ela nos possibilita saber o que precisamos ou seja, acaba dando aquele empurrãozinho que nos possibilita saber muita coisa, entre a principal delas, eu diria que perceber o nível de ambição das pessoas que nos cercam. A ambição é capaz de apagar o brilho daquele que se encontra no epicentro do interesse de quem o observa através das sombras.

Diante de pessoas com características como as que são colocadas aqui, é necessário ter cuidado, porque a ambição junto com a inveja, leva o indivíduo, a praticar todo tipo de crueldade com o outro; faz com que essa pessoa seja capaz de elaborar um plano mirabolante com o intuito de causar uma injustiça que a alma não tem a capacidade de curar o dano sofrido só pelo requinte de perversidade. O brilho ofusca; atrai pessoas para perto de nós, pessoas de toda natureza. De modo que, quanto mais iluminado seja o ser humano, mas ele faz com que a face oculta da realidade seja revelada através dos atos de uma pessoa.

“ Brilho próprio é importante, mas tome cuidado, porque ele atrai todo tipo de pessoa “

Como se pode perceber, uma pessoa que consegue se destacar pelo que é, ela tem uma beleza enigmática. Seja uma beleza que se releva na música erudita, onde mesmo que você não entenda o significado, mas isso lhe toca profundamente, assim como com quem é bom. Quem é bom é porque tem pureza no coração e enxerga beleza onde não existe. E uma pessoa má, enxerga essas formas de beleza como um problema.

É importante brilhar, constrastar as nossas nuances; fazendo pousar os muitos olhares sobre nós, mas olhares que também são faróis, sabe o brilho que ilumina? É nesse sentido. Nunca algo que desvia, mas faz com que, os nosso brilho próprio transforme-se no sol que ilumina o mundo.

Marii Freire. Brilho Próprio

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Imagem: autoral

Santarém, Pá 26 de julho de 2025

Livros

De todos os vícios que você tem na vida, capriche naquele que sempre pode te tornar um ser humano melhor; melhor no sentido de ser evoluído. Por isso, leia. Se esforce para manter essa amizade com os livros, com o conhecimento que é um “ norte “ necessário e transformador na vida de qualquer pessoa.

Marii Freire. Livros

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Imagem: autoral

Santarém, Pá 25 de julho de 2025

Violência Contra a Mulher

Há muitas formas de “ calar a boca de uma mulher “, mas nem sempre, a pessoa que tenta fazer isso, ela diz o que pensa de uma maneira direta. Antes, e com astúcia, ela tece críticas ácidas para mostrar como, se sente incomodada com quem procurar “ desqualificar” como pessoa e profissional. Hoje, eu senti isso na pele, – um tom agressivo passivo pessoal, dentro de uma situação profissional. Todavia, eu agradeci em tom educado e respondi de uma maneira direta e objetiva.

Como mulher, profissional e mãe, eu não preciso “ baixar a cabeça pra ninguém “, nem para uma colega de trabalho que, pelo visto, não entende nada de história, e a luta pela construção dos direitos da mulher em nossa sociedade. Foi- se o tempo que uma mulher pedia para falar, dizer coisas como levantar a mãozinha e baixinho a face, quase sussurrando e dizendo: “ eu posso falar?!” Não, eu nasci numa época certa da história, inclusive, onde se contesta justamente a ausência de fala da mulher. É claro que hoje, a mulher fala, se posiciona, diz o que pensa porque esse fato, lhe é um direito. Isso não se trata de “ arrogância “ de minha parte, na prática, isto é, um direito, assim como muitos outros que nos cabem. Portanto:

Jamais ficaremos em silêncio. Durante séculos fomos silenciadas.”

E a ausência de nossas falas, opiniões e posicionamentos, nos deixaram a mercê da própria ignorância. Isso não é “ sensacionalismo “, é fato; é história pura, e que não se pode repetir os mesmos erros. Desta forma, afirmo que “ não gostar da pessoa da Marii, é um direito seu”, assim como “ não gostar da minha maneira de falar” também. Agora, não se muda a história, fazendo silêncio, nem jogando atrocidades debaixo do tapete, especialmente, criadas por comportamentos submissos. Muda sim, quando você se posiciona; quando você sabe que tem direitos e sabe fazer uso destes. Que esse artigo fique para que muitas outras mulheres, possam tomar como exemplo: mulher, você é detentora de direitos, portanto, aprenda a usá-los. E se preciso, inclusive, faça isso na forma da lei.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Imagem: Marii Freire

Santarém, Pá 24 de julho de 2025

Relacionamento Abusivo

Relacionamento abusivo: a mudança deve começar por você

Marii A. Freire. O Amor Verdadeiro Contesta

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Imagem: autoral

Santarém, Pá 23 de julho de 2025

Violência Contra a Mulher

A violência contra a mulher é um acontecimento que transforma vidas diariamente, mas não é visando melhorias, é alcançando números alarmantes de mortes, – e quando não mortes, crueldades de toda natureza.

A mulher não é responsável por evitar a violência, porque essa ocorre independente do seu poder. Ora, nós estamos falando de uma questão muito maior que isso. É algo cultural, tem relação com poder, estrutura e desigualdade

A violência é um problema emblemático, visto que funciona muito bem e fere os direitos das mulheres, especialmente, das que sofrem diversos tipos de violência. E sabe o que mais impressiona? É saber que essa chaga é um projeto. Sim, um “ projeto “ criado e estruturado de forma a promover o poder dos homens e alinhar suas pautas diante do que representa os próprios interesses. Ora, não podemos negar que a mulher ao longo da história “ foi educada para viver relacionamentos abusivos “. Isso na prática, mostra a relação com o pai, irmãos e até mãe. É notório o quanto essa construção coopera para as muitas desigualdades entre os sexos. Se fala de poder de uma organização criada para se promover com o intuito de “ resguardar, de “ proteger “ a mulher como parte” frágil “ da história; um discurso que pela origem da própria trama, foi muito bem elaborado. Mas, no tratante a nós mulheres, não somos “ frágeis “ como se criou e herdou- se essa crença. Tudo isso foi constituído com um único intuito, nos tirar do epicentro da história, principalmente, através do viés da educação, com falas, práticas referentes a cada época, comportamentos alinhados a essa ótica masculina. Por isso, é fundamental falarmos para desmistificar muitas “ verdades “ construídas ao longos dos séculos.

“ A violência representa o pior que temos na sociedade. “

A violência entre elas, a de gênero, é combatida também pelo viés da educação. Veja, se por esse caminho se criou um entrave na vida mulher, é por ele que também se encontra a resposta para combatê- lo. Apesar de existir a lei, que traz uma resposta satisfatória na grande maioria dos casos; não podemos esquecer que esta, só resolve o problema “ do meio para o fim”. Exatamente. A lei não educa; a lei tem a sua eficácia no momento certo, que é quando o Estado conhece a necessidade do cidadão. Todavia, ela não pode educar. Já a educação quando vem trabalhada de forma adequada, ela previne o problema Todavia, não podemos esquecer que este é, enraizada no sistema patriarcal e amplitude disso, gera ainda muitos impactos negativos, assim como questionamentos que, uma vez; tendo suas respostas, inteligentemente respondidas, possibilita vivermos longe da construção de uma sociedade baseada no patriarcado.

Ao se abordar esse tema, sabemos que o problema é muito maior do que se pensa, pois acabar com o privilégio masculino, promove ainda mais a violência, que pelo uso da lei ( do homem feita para os homens), viveram a vida inteira usufruindo disso, tratando com “ normalidade “, esses privilégios; mascarando uma realidade cruel para com as mulheres, inclusive, “ desqualificando a fala feminina” toda vez que a mulher tenta chamar atenção para um direito que é ferido. Esse detalhe é na prática, só uma pequena amostra do que é mexer em estruturas violentas. Afinal, o homem não deseja ter uma mulher na base da pirâmide, nem alçando posições de destaque. Embora, a ela já tenha se destacado muito; já tenha lutado muito, o machismo ainda tem muita força nos dias atuais, o que faz com que não deixemos de enxergar o óbvio, que é ir contra essa prática, para fazer valer os nossos direitos. E só defendendo o que estou colocando aqui, que de fato, se enxerga a mulher como alguém ou seja, um ser humano, não menor, mas como parte importante e digna dos mesmos direitos na história.

A busca por mudanças é fundamental para expandirmos além do discurso. E para isso, é preciso vencer a desinformação, o preconceito e avançarmos em relação aos movimentos . Aliás, quando se fala de preconceito, este já deveria ter sido superado, porque já provamos a nossa capacidade, o que não deixamos de ser ainda foi “ silenciadas”, como de costume, fomos. Temos que ser acolhidas e representadas em todos os espaços, dando voz a muitas outras mulheres, porque é só nos dando as mãos que somos fortes.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Imagem: autoral

Santarém, Pá 22 de julho de 2025