Que o livro é uma das maiores herança culturais que temos. Isso, a gente sabe. E por mais que aconteçam significativas mudanças, seja no sentido de facilitar a vida das pessoas, bem como “modernizar ” o formato destes, organizando, melhor as diversas maneiras de leitura, principalmente, no sentido de deixá- las acessíveis e prazerosas ao leitor, a nossa relação com os livros, é sempre por afinidade, conforto, ou de ter uma companhia agradável ao lado, seja dividido tempo com um café ou simplesmente, pondo a leitura em dia. Independente da situação, o livro é sinônimo de boa companhia.
” O direito ” auxilia” a vida das pessoas ou seja, sustento que, por meio de algumas regras legais e até mesmo, utilizando parte dos costumes ( o que também, ja tiveram peso de leis) antes, muito mais severas do que hoje, o direito ajuda as pessoas a ter uma desenvoltura melhor na sociedade, de modo que, as regras estabelecidas por ele, rege a conduta dos cidadãos. Veja, eu utilizei a palavra ” auxilia” porque é mais adequada a nossa realidade hoje. Não existe uma única regra que possa ditar como o ser humano deva ser; existe sim, aquela que ajuda os cidadãos a viver de uma maneira mais harmoniosa e respeitosa, dentro do que é estabelecido pelo direito de modo geral, vou dizer assim. Claro, muitas dessas regras (leva em consideração) os atos do indivíduo; fazendo principalmente, com que ele responda pelo que faz. Se cometer um crime, que diante das provas, venha ser punido. Mas não basta ser punido, é preciso garantir a sua dignidade. Uma coisa que vemos com frequência, é muita violação de direitos humanos. Às vezes a pessoa é presa por ter cometido um determinado crime e é tratado de qualquer maneira. Não é assim que acontece, porque ” quem perde a sua liberdade, não perde a sua dignidade”. É preciso olhar a questão com o mínimo de respeito. Afinal, estamos tratando de um ser humano. Além disso, o direito tem muitas outras situações que são importantes, como proteger a vida, “proteger e assegurar o direito das pessoas” que compõem a nossa sociedade. Eis aí, a maior questão que permanece imutável dentro do direito: ” Garantir direitos” e para isso, aperfeiçoamos as nossas muitas leis.
As leis só fazem sentido para aquelas pessoas que procuram ter uma conduta exemplar. Veja, eu não falo de perfeição. Afinal, somos seres humanos, cometemos as nossas falhas. Mas, independentemente disso, o sucesso de nossas leis só avança a medida da nossa maturidade enquanto indivíduos, principalmente, em sabermos lidar com o porquê de uma lei ter sido criada e para o que, ela serve. Mas, não basta saber, é preciso respeitamos. Agora, essas mesmas leis, diante de pessoas que têm caráter duvidoso, não servem de muita coisa. Em geral, quem não respeita regra alguma, não tem ética ou seja, não são pessoas vistas como ” normais”. Um exemplo? Psicopatas. A conduta de indivíduos que possuem características atreladas a essa questão, não se encaixa a um conceito comum. Quanto as leis, estas, servem exatamente, para auxiliar a conduta do cidadão, em especial ajudá-lo a viver melhor em sociedade. Mas, quando essa mesma sociedade, também não atinge um certo grau de maturidade, respeitar as suas próprias leis, é algo que fica a desejar.
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