Escrever é um ato prazeroso
Eu já escrevi vários textos falando o quanto “escrever é um ato prazeroso”. Você reúne ideias, tece pensamentos construtivos, criar na verdade um cardápio lúcido a respeito da realidade. Mais do que isso, você fala sobre as nossas mazelas, dar um choque de lucidez intelectual sobre o que quer que o leitor entenda ou seja, faz com ele mesmo, seja capaz de desenvolver os mecanismos necessários para produzir as respostas do que precisa. Eu acho que escrever também é um poder; poder que tem a ousadia de superar as muitas limitações que temos enquanto indivíduos. Quem escreve, oferece a oportunidade para liberdade, não amordaça, não asfixia, não cria insegurança. Claro, isso depende muito de quem escreve e da forma que escreve. Mas creio que escrever é uma forma de reagir e se indignar contra pensamentos limitadores, falsas crenças e outros. Quem escreve sempre questiona algo que precisa ser visto, construído com coerência. Por isso, é um processo longo, não fantasioso, e sim criativo. Pois, tecer pensamentos requer raciocinar em meio a tantos problemas, e que por vezes nos faz ter um esforço maior com as palavras, principalmente se vivermos momentos delicados.
Escrever é arte…”arte de comunicar” e se fazer compreendido nessa extensa experiência de tornar a escrita, acessível aos nossos leitores.
Marii Freire. Escrever é um ato prazeroso
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Imagem:Autoral
Santarém, Pá 12 de fevereiro de 2024







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