Invista, acredite em você, mesmo quando todas as forças se mostrarem contrárias. Muitas vezes, o ser humano vive amordaçado dentro de si, por escolha própria, por torna-se, dentre outras coisas, um conformista. O conformista é aquele que se deixa amedrontar, age conforme a opinião alheia, e acredita nas palavras de derrota que outro, talvez porContinuar lendo “Invista em você”
Arquivos do autor:VEM comigo!
Mário de Andrade
” Ôh trágico fulgor das incompatibilidades humanas! Que tara divina pesa em nosso vitorioso Não permitindo que jamais a plenitude satisfeita Descanse em nosso lar como alguém que chegou!… Não tenho esperança mais nas vossas revelações! Vós me destes o amor, me destes a amizade, E na experiência de minha doce amiga me destes MaisContinuar lendo “Mário de Andrade”
Reconstruir
Quantas vezes, você já precisou se reconstruir? Olhar adiante, com a consciência de quem se sente encorajado, tranquilo, amadurecido, pronto para recomeçar? É bom, não? Às vezes, dentro de toda essa grandeza que a vida expressa, ela nos é generosa. […] É como se ela tivesse compaixão de nosso sofrimento, dos percalços ( desses acidentesContinuar lendo “Reconstruir”
Lágrimas inocentes: quadro das crianças que choram
Crianças pobres Retratadas com lágrimas nos olhos Belas por fora Feias por dentro? Não. São crianças que, apesar de muito novas Tinham uma sorte miserável Um ser miserável, cronicamente insatisfeito… Por não compreenderem o peso da realidade… As lágrimas em seus olhos Revelará O horror de suas almas E o desconforto Por não saberem interpretarContinuar lendo “Lágrimas inocentes: quadro das crianças que choram”
Carlos Drummond de Andrade
” Convive com teus poemas, antes de escrevê-los. Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam. Espera que cada um se realize e consome com seu poder de palavra e seu poder de silêncio . Não forces o poema a desprender-se do limbo. Não folhas no chão o poema que se perdeu. Não adules oContinuar lendo “Carlos Drummond de Andrade”
Charles Baudelaire
A natureza é um templo onde vivos pilares Deixam sair palavra confusas: Por florestas de símbolos, lá o homem cruza Observado por olhos ali familiares. Tal longos ecos longe lá se confundem Dentro de tenebrosa e profunda unidade Imensa como a noite e como a claridade, Os perfumes, as cores e os sons se transfundemContinuar lendo “Charles Baudelaire”
Mário de Andrade
” Era uma esperança alada, Não foi hoje mas será amanhã, Há _de ter algum caminho Rio de sol promessa olhar As noites graves do amor O luar a aurora o amor…que sei!” Mário de Andrade. Canção. Livro: Costela do Grão Cão, públicado em 1941. Textos Selecionados. Nova Cultural. São Paulo, 1990. Marii Freire PereiraContinuar lendo “Mário de Andrade”
Máscara mortuária de Machado: fechados para sempre os olhos que tinham desvendado tantos mistérios
“Querida, ao pé do leito derradeiro Em que descansar dessa longa vida, Aqui venho e virei, pobre querida, Trazer-te o coração de Companheiro “. Machado de Assis ( Vida & Obra). Várias Histórias. Ática. 1997 Marii Freire Pereira VEM comigo! Santarém, Pá 20 de maio de 2020 No seu derradeiro romance _ Memorial de AiresContinuar lendo “Máscara mortuária de Machado: fechados para sempre os olhos que tinham desvendado tantos mistérios”