Misoginia não é opinião, é violência.E uma violência que se manifesta através do preconceito, da repulsa, do ódio destinado a mulher. Falas carregadas da tentativa de diminuição da capacidade, da competência e da inteligência da mulher. Vamos trazer mais um exemplo? O desdenho, o menosprezo do “ zé não sei das quantas “ sobre qualquer mulher que evidencie essa “ rejeição “ sobre a sua autonomia e presença nos espaços de poder, certo? Esse tipo de coisa tem nome: misoginia.
O que muita gente não sabe é que essa manifestação “ negativa “ , eu vou dizer assim, era carregado de “ menosprezo “ sobre a imagem da outra pessoa, como é ainda. Em outras palavras, equalizando isso num passado não muito distante, tínhamos tipos de preconceito que eram motivos de “ gracinha” conta o outro ( o que trazia sofrimento e feria os seus direitos). Veja bem, no passado, isso não eram vistos como “ crime” . Mas hoje, sim. Portanto, o que interessa a nós, é combater qualquer forma de violência. Aqui, volto a repetir a misoginia, que se propaga especificamente, nas falas dos “ red pill” e ganha uma proporção gigantesca nas redes sociais. Mas, não é só isso não. Ela também aparece na fala do seu vizinho que se acha superior as mulheres.
Você entendeu? Deixa para mim o seu comentário dizendo se já presenciou falas misóginas!
Marii Freire. Candidata à Deputada Federal
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Imagem: autoral
Santarém-PÁ, 15 de agosto de 2026/Amazônia. Brasil