Visionária, eu? Não.
Hoje, alguém escreveu no meu vídeo ” sempre visionária”. Não, eu vejo essa palavra como uma visão futurista, e infelizmente, quando se trata dos direitos da mulher, sabemos que a nossa luta, embora seja sempre mirando o futuro, a negação de nossos direitos se firma no passado. Esse é um erro histórico, e que jamais poderá ser corrigido, porque não se pode mudar o curso natural de como ele começou. Então, a ciência que nos fica é a de que, há uma grande importância sobre a nossa luta. Esta, que vem senfo alicercada sobre um passado de negação de direitos, juntamente, com a necessidade e a importância de abraçar (a consciência do que precisa ser mudado) hoje e agora. Nós mulheres, estamos levando em consideração uma ” corrida contra o tempo “, incansável (…), mas que apesar de tudo isso, eu digo ” é mais do que passada a hora…de lutarmos” para fazer jus ” aos ganhos tão árduos “, e que nos pertecem, devido a uma dívida histórica e moral. Portanto, que falo aqui, não se trata de um “desejo”, a ser alcançado. Mas, de algo que na prática, traz um reflexo negativo, impagável e incorrigível sobre nós mulheres. Não “calaram só a nossa voz”, mas tiraram a oportunidade também de lutarmos por nossos sonhos – nos colocaram para pertencer um lugar já estabelecido na sociedade. O ostracismo feminino, deu lugar em parte, ao triunfo dos homens sobre o mundo, sobre o campos das ideias e a muitos adjetivos que refletrm nossas perdas. Portanto, não se trata de um erro qualquer, foi algo pensado e definido para nos tirar de cena.
Falar sobre os direitos da mulher, não se trata de uma visão futurista; pelo contrário, estamos diante de uma visão de mundo e sociedade que tentou e em parte, ainda procura nos proibir de muita coisa. Se no passado éramos impedidas de pensar, de compreender questões políticas, hoje, ainda não somos donas de nossos corpos; pelo menos, não como deveríamos, tendo principalmente, o diretor de decidir sobre eles. Nesse quesito, a autoridade intelectual e interesse, infelizmente, é voltada aos homens que torna difícil e desrespeitosa o direito da mulher decidir sobre o aborto, por exemplo. Essa questão, não nos cabe ( como deveria), mas ao julgo e interesse da sociedade, assim “furtando da mulher o direito de decidir sobre seu corpo”. Como dito anteriormente, não foram só as nossas ideias, ou o peso do que o silêncio trouxe a nós, mas o reflexo do que essa autoridade ainda nos tira e sentencia.
Desistir? Nem pensar!
Evidente que a mulher já conquistou muitos espaços, o direito a fala ( hoje, a mulher tem voz), mas falta-lhe ainda a lucidez necessária para lograr êxito nessa luta, e ser respeitada por “suas ideias e iniciativas”. A emancipação intelectual da mulher precisa avançar em prol de um propósito maior, porque a mulher não vive por ela, mas diante de mundo masculino. Quer queira, quer não; é isso que incomoda! ” Somos nós [ mulheres] que vamos trilhado novos caminhos para àquelas que virão após nós. Mas neste momento, vamos tecendo de forma lúcida e com o espírito acalorado, todas as reivindicações para conquistar o que precisamos hoje. Isso é um ato de coragem sobre a sociedade.
Marii Freire. Via Facebook
https://Pensamentos.me/VEM comigo!
Imagem: Autoral
Santarém, Pá 23 de setembro de 2023

O pior é que há mulheres votantes que pensam contra a mulher. E isso, é a desqualificação da luta.
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Verdade Silvana. Mas como eu disse ” Já é mais do que passada a hora de lutarmos por nossos direitos”, mas ainda falta muita lucidez da própria mulher sobre abraçar.
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Eu reconheço toda a importância da mulher na sociedade, tanto as mulheres hoje os alicerces da sociedade a começar de sua casa, ainda tem que viola todos os direitos da mulher. Um fraternal abraço do poeta Carvoeiro, que nasceu de uma mulher arvoeira , mas que amou muito seus filhos , por isso eu digo eu amo e respeito as mulheres pois vim de uma grande mulher!
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❤
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