Mario Quintana

” Da vez primeira em que me assassinaram ,

Perdi um jeito de sorrir que tinha

Depois, a cada vez que me mataram,

Foram levando qualquer coisa minha.

Hoje, dos meus cadáveres eu sou

O mais desnudo, o que não tem nada.

Arde um toco de Vela amarelada

Como único bem que me ficou…”

Mario Quintana. A Rua dos Cataventos.

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Marii Freire Pereira

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Imagem: google. Veja.abril.com

Santarém, Pá 29 de novembro de 2020

Publicado por VEM comigo!

⚖️ Bacharela em direito, Pós - graduada em Direito Penal e Processo Penal. 📚 Autora: MULHER Do ostracismo à luta pelos direitos nos dias atuais e O Amor Verdadeiro Contesta. Ambas as obras são lançadas em parceria com a Editora Viseu/ Brasil. . Palestrante