” Da vez primeira em que me assassinaram ,
Perdi um jeito de sorrir que tinha
Depois, a cada vez que me mataram,
Foram levando qualquer coisa minha.
Hoje, dos meus cadáveres eu sou
O mais desnudo, o que não tem nada.
Arde um toco de Vela amarelada
Como único bem que me ficou…”
Mario Quintana. A Rua dos Cataventos.
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Marii Freire Pereira
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Imagem: google. Veja.abril.com
Santarém, Pá 29 de novembro de 2020

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