Nos esforçamos tanto para ser aceitos do jeito que somos, para ser amados só por aquilo que somos, que deixamos de conceber esse amor a partir de nós mesmos.
Queremos agradar aqueles que estão próximos a nós, para que eles encontrem algum valor que nos pertence, e assim, coloquem num lugar, aonde também sejamos capazes de voltar os olhos e reconhecer genuinamente o que é importante .
Não é um dilema? Desperdiçar tempo com pessoas que nem sempre serão capazes de descobrir as nossas qualidades? Às vezes, até guardando ressentimento por conta de não ter sido aceito ou aceita, por querer agradar o outro, e ele não reconhecer as suas qualidades? Vale a reflexão, porque não é no outro que eu e você encontraremos essa resposta. Mas sim, na maneira que temos de filtrar tudo aquilo que já conhecemos, ou seja, tudo o que já se tem um olhar “domesticado”, seja na forma de olhar, tratar, redescobrir. Não é fazendo questão de ser notado que vamos nos sentir recompensados de alguma forma.
Todavia, a busca neste caso, eu digo que não é pelo novo, mas pela forma de insistentemente olhar para aquilo que temos e damos ao outro a responsabilidade de emitir opinião, bem como, a função de agregar valor. Somos importante e é essa a consciência que precisamos melhorar.
Quando nos damos valor, as outras pessoas também reconhecem as nossas qualidades, porque percebem em nós, mecanismos que nutrem a admiração delas em relação ao que somos.
Consciência é a nossa maior riqueza.
Marii Freire Pereira
https://pensamentos.me/ VEM comigo!
Imagem: via Facebook
Santarém, Pá 5 de outubro de 2020

O mais difícil foi aprender a dizer Não. Ainda dou umas escorregadas 😉
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Que linda!..
Todos nós passamos por situações assim, Bia. Aos poucos, conseguimos melhorar.
Força!!
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