“Minha carta de alforria
não me deu fazendas,
nem dinheiro no banco,
nem bigodes retorcidos.
Minha cartas de alfarria
costurou meus passos
aos corredores da noite
de minha pele.”
( Adão Ventura. In: Ítalo Mariconi, org. Cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.p.275)
Literatura brasileira: William Cereja e Thereza Cochar. São Paulo, 2013
Marii Freire Pereira
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Imagem: Pinterest. Puritanos ( Rita) Avila
Santarém, 7 de agosto de 2020

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