Meu canto de morte,
Guerreiros, ouvi:
Sou filho das selvas,
Nas selvas cresci;
Guerreiros, descendo
Da tribo tupi.
Da tribo pujante,
Que agora anda errante
Por fado incoñstante,
Guerreiros, nasci:
Sou bravo, sou forte,
Sou filho do Norte;
Meu canto de morte,
Guerreiros, ouvi
[…]
Ao velho coitado
De penas ralado,
Já cego e quebrado,
Que resta? _ Morrer.
Enquanto descreve
O grito tão breve
Da vida que teve,
Deixai- me viver!
Gonçalves Dias. I Juca Pirama. Literatura brasileira: William Cereja e Thereza Cochar. Atual. São Paulo, 2013
VEM comigo!
Marii Freire Pereira
Santarém, Pá 26 de maio de 2020
Que a energia de nossos antepassados nos envolvam e que despertemos!
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Muito bom!!
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