“O último dia do tempo
não é o último dia de tudo.
Fica sempre uma franja de vida
onde se sentam dois homens.
Um homem é seu contraditório,
uma mulher e seu pé,
Um corpo e sua memória,
Um olho e seu brilho,
uma voz e seu eco,
e quem sabe até se Deus…”
Carlos Drummond de Andrade. Passagem de ano. A Rosa Do Povo. Círculo do Livro. São Paulo, 1945
Marii Freire Pereira
VEM comigo!
Imagem: via Facebook
Santarém, Pá 6 de maio de 2020

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