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Se pois como Anjo sois dos meus altares,
Fôreis o meu Custódio, e a minha guarda,
Livraria eu de diabólico azares.
Mas vejo, que por bela, e por galharda,
Posto que os Anjos nunca dão pesares,
Sois Anjo, que me tenta, e não me guarda.
Gregório de Matos. Poemas escolhidos. Organização José Miguel Wisnik)
Literatura brasileira: William Cereja e Thereza Cochar, 2013
VEM comigo!
Marii Freire Pereira
Imagem: Minas e o seu passado colonial.
Santarém, Pá 9 de abril de 2020

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