Seus olhos

Seus olhos – que eu sei pintar

O que os meus olhos cegou –

Não tinham luz de brilhar,

Era chama de queimar;

E o fogo que a ateou

Vivaz, eterno, divino,

Como faço do Destino .

…Eu era o seu guia

Na noite sombria,

A só alegria

Que Deus lhes deixou:

Em mim se apoiava,

Em mim se formava,

Em mim descansava,

Que filho lhe sou.

Almeida Garret.

Livro de Literatura brasileira, ano 2013.

Marii Freire.

Publicado por VEM comigo!

⚖️ Bacharela em direito, Pós - graduada em Direito Penal e Processo Penal. 📚 Autora: MULHER Do ostracismo à luta pelos direitos nos dias atuais e O Amor Verdadeiro Contesta. Ambas as obras são lançadas em parceria com a Editora Viseu/ Brasil. . Palestrante

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