(Lewis Cartoll)
De repente, nós seres humanos que somos, ficamos diante de uma série de restrições por conta dos limites que a vida as vezes nos impõe. E em momentos assim, nada consegue fluir diante da realidade. Aí, se vive um momento de “Alice”. Não no sentido de viver num mundo imaginário, mas o de não ter as respostas necessárias para dados momentos.
É uma situação que na maioria das vezes, acaba nos deixando alienados, uns nas mãos dos outros. É salto infeliz, sim porque não se caminha para tropeçar. Se caminha quase sempre ao desconhecido, mas tropeçar, não.
O ser humano é sempre um ser cativo as suas próprias idéias, as suas escolhas, porque ainda que ele tenha um cuidado com certos detalhes, chega um momento em que tudo torna-se escuridão, e para tentar sair de determinadas situações é preciso saber lidar com as possibilidades de as escolhas, bem como tudo o ela nos oferece.
” Sair, mas sair de para onde?…”
Depende….de que, ou do que? Muitas saídas, dilaceram sonhos. Mesmo assim, é preciso para se contemplar o ” o nascer do sol”. Isso é tão claro. Ir embora, é ir buscar novos lugares, viver outras situações que muitos de nós, nem percebe, mas vive uma vida inteira de ilusão.
A vida é assim, essa crueza toda. Gosto muito dessa palavra. Apesar do desconforto que ela nos causa, é bom esse confronto inteiror…” esvazia”.
O grande problema, é que parte das pessoas não sabem ou se recusam compreender tal necessidade. São geralmente, esses pequenos detalhes que nós empurrar para frente. É só através da dor que nos humaniza ( machuca), que podemos crescer.
Criação e texto: Marii Freire Pereira.

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