A solidão da mulher que vive o relacionamento abusivo e, o que isso reflete em sua saúde

A  solidão da mulher que vive o relacionamento abusivo é extrema. Às vezes, ela vive anos esse tipo de situação; sofre muita coisa calada como, a questão atrelada aos maus-tratos, violência em alguns casos, em especial à violência psicológica e sexual, sem ninguém perceber o que essa mulher suporta tudo sozinha. Há situações que sim, ela divide parte disso, digo  dos ” abusos ” da ” violência sexual ” com pessoas próximas. Essa vítima ( porque ela é vítima desse tipo de situação) é forçada a engolir o choro, a se fazer muitas vezes de forte, porque exite uma relação que precisa muito mais da dedicação dela para sobreviver do que qualquer outra coisa. Claro que, ao se falar de situações como essa, há muitos outros fatores que influênciam diretamente nesse contexto de sofrimento, como também, às vezes essa mulher tem filhos, o que torna tudo mais difícil, porque a atenção tem que ser dobrada, assim como todo empenho a família. Mas não é só isso, são as negligencias diárias, junto a outras situações, como o isolamento total ou parcial da família; a falta de expectativa de que tudo possa melhorar futuramente, o que acaba potencializando esses problemas e o grande monstro psicológico que é a solidão.

” A sensação de abandono para muitas mulheres é real. Elas se sentem cansadas e solitárias. “

” Sozinhas”, elas definham nesse cenário. Da solidão, a falta de apoio, de companheirismo, discussões constantes, o sexo forçado como sabemos que acontece, porque existe o machismo. Neste caso, esse tipo de situação ocorre com frequência, porque vivemos numa sociedade machista e infelizmente, muitos homens se comportam de forma grosseira com essa mulher; usa de manobras ardilosas para forçá-la a ceder, porque ele a convence que é sua obrigação. Não resta outra coisa para essa mulher, compreende? São 10, 18 anos vivendo uma relação dessa maneira. A saúde da mulher fica completamente comprometida. O que acontece? Ela começa adoecer em função de todo esse descaso.

” Infelizmente, ainda se vive numa cultura machista, onde a mulher é muitas vezes, estimulada aceitar a conviver com sbusos e maus-tratos de seu companheiro.”

A mulher que vive um relacionamento abusivo, geralmente, ela é convencida por outra, de que deve permanecer presa a essa realidade  por ” esse” ou ” aquele” motivo. Como dito anteriormente, são muitos fatores que influênciam essa realidade. A solidão vem de maneira a tornar toda essa emblemática em relação à mulher, muito mais comprometedora do que parece. E por que? Porque ela atende as necessidades de todos dentro da família. Às vezes, isso começa no namoro. Claro, ninguém no início, se mostra tão espaçoso para sobrecarregar o outro. Mas em muitos casos, a mulher abraça tudo isso sozinha. Afinal, é educada a suprir essas necessidades. Todavia, ninguém fala do que esse excesso de coisa causa a sua saúde mental e emocional. Ora, é preciso dizer que não estamos vivendo no tempo de nossas avós. Mulher não tem que aceitar ser tratada de qualquer maneira, isolada ou ser violentada sexualmente porque é dever dela servir o namorado, marido ou parceiro/parceira. A época é outra, os direitos dessa mulher também e é sobre isso que chamo a sua atenção.

Toda mulher que vive uma relação disfuncional, ela sofre uma pressão muito grande. Ninguém faz ideia do que essa mulher passa. Assim como, ninguém compreende seus medos, suas dores, seus choros e suas lamentações. É uma pessoa vivendo isolada completamente do mundo, sem muitas expectativas. É uma cena parecida com um “naufrago”. Quem estar ali, vendo o que está acontecendo? Ninguém! É ela presa naquela situação, nadando de um lado para o outro, sem sair daquele lugar. Quer dizer ” nada…nada…e não chega ao outro lado da ilha. Gira em círculos e  passa a maior parte do tempo agonizado sozinha.

A solidão da mulher que vive o relacionamento abusivo é construído com base em estruturas de nossa própria sociedade.

Em outras palavras, essa mulher não tem ninguém; quer dizer, ela é para todo mundo  ( atende as necessidades de todos), mas não tem com quem contar, com quem dividir seus próprios problemas.

Diante do desespero, o que toda pessoa que se sente perdida faz? Ela chora, entra em colapso, a mente não encontra uma direção para ajudá-la a sair e, de repente encontrar a rota certa. É por isso, que muitas precisam de ajuda. É pela dificuldade de se situar novamente num lugar onde, elas  estejam seguras.

Toda mulher que passa por algo parecido, ela adoce. Claro, esse tipo de situação mexe com toda parte emocional e mental de qualquer pessoa. Quantas não são chamadas de loucas? Elas são de fato? Não. Isso é recorrente em todo relacionamento abusivo e, pasmem: parte de toda essa situação, refere-se a negligência vivida por essas vítimas,  porque no fundo, se moldam a isso.

” Sofrer sozinha, sofrer caladas…faz parte da rotina de muitas mulheres. “

O que a sociedade negligencia, que é o olhar sobre essa realidade, na verdade, isso abala a saúde emocional e mental dessas vítimas, de modo que, muitas precisam de ajuda profissional para conseguir se libertar de situações como essa e ter uma vida digna novamente. É isso,  digo ” dignidade “, é a palavra que define melhor essa situação. Relacionamento é bom, desde que, não nos  comprometa a saúde de uma forma tão grave como essa. A gente não deve recuar diante de coisas importantes e é o que essas mulheres fazem; elas se calam e sofrem sozinhas; sozinhas porque o companheiro estar com elas, mas não se importam muito com o que acontece ao redor. Vale ressaltar que tudo o que elas precisam é de atenção, respeito e acolhimento, porque do contrário, se fecham para o mundo e, morrem por conta de um câncer de mama, ou qualquer outra doença ligada ao emocional. Como vemos pacientes, infelizmente morrendo com essas doenças emocionais profundas, tendo como referência em parte, essas causas mencionadas. Apoio e compreensão é essas mulheres precisam para poder se sentir humanas ( quanfo bem tratadas). É importante receber atenção, ser ouvida, tratada com respeito e carinho pela família.

Marii Freire. A solidão da mulher que vive o relacionamento abusivo

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Santarém, Pá 17 de maio de 2024

Marii Freire

” A informação está disponível para a maioria das pessoas. Ignora, quem quer. “

Marii Freire. Via Facebook

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Santarém, Pá 17 de maio de 2024

Marii Freire

O protesto contra esse flagelo social pode vir de todos os lados. Não podemos esperar só pelos nossos juízes, delegados (as), promotoras, advogados ( as) e outros profissionais. Todos nós, enquanto sociedade podemos trabalhar esse problema. O que a gente não pode é fechar os olhos ( invisibilidade) e fingir que ele não existe. Quem comete esse tipo de crime, não é digno de piedade. A pessoa tem que pagar perante a lei pelas suas atrocidades e, não viver impune cometendo mais atos dessa natureza.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher / Violência sexual

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Santarém, Pá 17 de maio de 2024

Bagunça

” Há tanta organização em algumas bagunças que, se a gente tirar uma pequena peça do lugar, estraga o que por si só, já é organizado. “

Marii Freire. Bagunça

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Santarém, Pá 17 de maio de 2024

Marii Freire

” No silêncio tudo se submete a necessidade  de reagir. O ser humano sempre quer a resposta, porque ele não suporta limitar-se aquilo que não decifra. Por isso, a consciência, a busca, a reação impulsiva, rumo ao que procura. Ainda que lento, o indivíduo anda, nem que seja aos extremos de si mesmo. “

Marii Freire. São Paulo/MASP

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Santarém, Pá 16 de maio de 2023

Inteligência Emocional

Pessoas inteligentes emocionalmente, transformam cicatrizes  em autodeterminação. Todo sofrimento que fica arquivado no inconsciente, ele tem dois caminhos: um que é apequenar o ser humano ainda mais. E o segundo que é fazer disso, um estímulo para a pessoa ter a capacidade de poder agregar mais ao universo. Então, uma mente que multiplica a sua defesa diante do que tem como inimigo, que é a dor, onde ela não deixa consumir o resto de energia que tem, mas despreza essas inquietações, certamente, a pessoa que passa por um evento traumático, a depender do grau de comprometimento que isso traga a sua saúde mental e emocional, ela transforma o resto dessa energia em algo promissor, porque ela não vai usar a mente só para fortalecer as marcas do que a vida lhe deixou de ruim. Vai sim, conseguir tirar algo bom das experiências dolorosas. Neste caso, com essas informações e, de maneira lúcida, construir algo produtivo, porque aprendeu como trabalhar a mente, junto das emoções.

O excesso de dor e eventos traumáticos na vida de uma pessoa pode sim, desencadear uma série de problemas, desde uma gastrite, a insatisfação total pela vida. De repente de um cansaço longo, a pessoa pode não ter condições de conduzir o próprio corpo, que é quando ela se depara com a depressão. Há quem não tome banho, se alimente direito ou não veja problema em ter a casa toda desarrumada. Isso é grave, porque a pessoa precisa de ajuda. Todavia, se a dor ( dor como sofrimento) for algo superficial, essa pessoa pode dizer: ” Ok, isso ocorreu, mas eu não serei refém dessa situação. Neste caso, você nota que a pessoa se nega a desistir dela e da vida. Essa é a grande virada de chave. Pois o indivíduo, passa a produzir pensamentos construtivos de modo, a fazer com que isso, possa gerar respostas satisfatórias e, informações sobre o que ele quer produzir de bom na memória.

” O ser humano trabalha a sua saúde emocional, quando passa a cuidar com inteligência dos eventos traumáticos. “

Se uma passa por um trauma e consegue a extrair algo de positivo das informações que tem, se condiciona o pensamento a buscar por novos propósitos e trabalhar isso sempre estimulando algo novo, objetivando crescer, ao invés de colocar limites a si mesmo, ele vai adequar a sua forma de pensar a esse novo processo. E por que? Porque o cérebro também é um músculo e a gente precisa aprender a trabalhar ele a nosso favor. Quando você ressignifica um evento, logo ordena o cérebro a lançar fora, ideias desgastantes.

Ressignificar

Ressignificar nada mais é do que passar a ter controle sobre pensamentos controladores. Sabe o corpo quando uma parte dele sofre um corte? Ao cuidar, você vai ajudar a ferida a cicatrizar. Claro que a marca vai ficar. Mas, você não vai resumir a sua vida àquela ferida. Você vai sentir, todas as vezes que passar a mão naquele lugar. Assim ocorre no seu intelecto. Você não vai esquecer ou definitivamente “apagar” o que o cérebro registrou. De forma inteligente, vai ter uma disposição mental maior; maior no sentido adaptação ao que aconteceu. Vai desenvolver sensibilidade, amor, compreensão e acolhimento consigo mesmo, para ultrapassar os limites impostos pela vida ou pelos acontecimentos que não foram bons.

Toda dor, toda cicatriz, toda agressão ao corpo e a alma pode nos fazer seres humanos independentes sobre elas, se a gente souber lidar; sobretudo, se soubermos tratar essas feridas emocionais, tendo consciência até de que, um desastre intelectual é possível corrigir, fica mais fácil atingiresse objetivo. Não se deleta sofrimento, mas editamos experiências dolorosas, fazendo destas, um ato de coragem, um degrau que sustenta os sonhos de ousadia que temos, até mesmo, o de poder caminhar de cabeça erguida.

Marii Freire. Inteligência emocional

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Santarém, Pá 15 de maio de 2024

Tempo

O seu tempo, não é o meu tempo,

A sua expectativa de vida,

Não corresponde a minha.

A vida é solitária,

Não é uma solidão.

Mas, todos nós precisamos de espaço,

De tempo,

Para construir os nossos capítulos diários,

Para povoar memórias que são só nossas.

Nossa! Como a vida impressiona,

Como tudo se avoluma no que não se diz,

Transborda no que a gente não ria.

Mas se ria, tudo se transforma em alegria,

Aprecia, na força

Na ousadia,

Na preferência que foge dos dicionários.   

Sempre fico intrigada com os exemplos incontáveis do que foge a perfeição, a ficção, a poesia.

Não sei, mas as circunstâncias transforma adultos em crianças,

Talvez essa parte de nós “única e continua que junta os pedaços”, sirva para amontoar o que somos ” fragmentos ” do tempo,

e de um espaço apertado, que a gente não tem a capacidade de ter o mais importante nas palmas das mãos como um prêmio infinito: vida.

Vida tempo,

Tempo vida,

Tudo é fragmento de uma eterna despedida.

Por isso, é importante que se viva,

Sem se moldar às regras da vida.

Marii Freire. Tempo

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Santarém, Pá 15 de maio de 2024

Quem é abusivo, não se enxerga como uma pessoa que age dessa forma

Toda pessoa abusiva, ela nunca acha que comete excessos ou pratica abusos. Ela não encontra problemas ao se definir como indivíduo, ao avaliar o próprio comportamento, não se considera diferente dos outros, nem por aquilo que fala e a maneira como fala. É mais fácil essas pessoas procurarem justificar a sua reação como um exagero, do que, admitir que elas ultrapassam limites.

” Todo abusador é um manipulador.”

Toda pessoa abusiva, sabendo do seu poder, ela tenta dissuadir as suas ideias. E para conseguir isso, ela joga pesado. Claro, tudo é feito de uma forma elaborada, porque ela precisa convencer a vítima e, para isso, usa todas as armas a seu favor. Se for para convencer o parceiro ou parceira sobre algo ou alguma coisa referentea relação dos dois, o abusador ou manipulador emocional, vai trabalhar toda parte emocional da vítima com belas palavras, juras de amor, com promessas de mudanças e uma serie de situações que envolvem a realidade de ambos. E a pergunta é: ” Por que o manipulador faz isso? Ele faz com uma única finalidade: convencer a vítima a acreditar no que ele diz. Não é à toa que um ” apelo emocional” diante de uma discussão ou em casos mais extremos como a violência, essas táticas de convencimento possa fazer tanta diferença na vida da outra pessoa. A vítima fica sem saber como agir, porque fica tomada por palavras que a faz duvidar daquilo que os seus olhos veem. Sim, ela age totalmente pela emoção. Essa é uma das causas que prolonga os relacionamentos abusivos.

” Belas palavras, atreladas a arte da sedução, aquece o coração da mulher, que é vítima de abuso, a deixando com a sensação de sentimentos bons, como aqueles que ela sentia no início da relação.”

A fase do encantamento, como ocorre no início da relação, figo ” da recepção calorosa” volta toda. Ela pode durar alguns dias, meses até, sem a mulher perceber.  Enquanto isso, essa mulher  ( que é uma vítima) busca formas de agradar esse homem. Ele usando de sua própria expertise, fazendo com que ela ceda, sem aprender a colocar limites. Por não compreender que aquilo tudo é um jogo de interesses, atrelado a mentiras e manipulação, o abusador ” ganha tempo ” e com isso, concentra todo o seu poder sobre a vítima. Veja, a questão toda é trabalhada no psicológico dessa mulher; ele domina a sua maneira de pensar. Para isso, vai investir em atenção, afeto e carinho, reafirmando a importância do compromisso que tem com ela. Veja, eu não estou dizendo que casais têm um relacionamento saudável, não viva isso. Neste caso, refiro-me a exemplos de relacionamentos abusivos, que é o que estou trabalhando com você. Eu quero que compreenda a diferença entre uma situação e outra. Relacionamentos abusivos são mais comuns do que se imagina. Chamo a sua atenção para o lado doentio de tudo aquilo que causa desequilíbrio na maneira das pessoas se relacionarem e conviverem com as outras.

O homem que é manipulador, ele usa a vítima; ele não ama. Ele faz isso tudo, mas o exemplo que projeta sobre a vida dessa mulher é contrário ao que diz. O abusador fala uma coisa, mais se comporta de outra maneira. Parceiros abusivos não cumprem acordos. Essas pessoas não têm uma visão romantizada do amor como qualquer outra pessoa tem. Por isso, não conseguem se conectar de maneira genuína. Que é o que acontece por exemplo, dentro de um relacionamento saudável.

O abusador usa de estratégias comportamentais para aprisionar a sua vítima.

O abusador é sempre preciso no que faz. E a mulher por sua vez, com base em suas crenças, ela cede porque por muitas vezes, ama esse homem e, se vê em defesa; não tendo condições psicológica e intelectual para lutar contra o que a fere nesse contexto doentio. Como o manipulador emocional tem sempre uma fala perfeita, a mulher vai vivendo situações que a desagrada como, mentiras, traições, manipulação, entre outros. Mas o semblante mostra que existe uma forma de tristeza profunda, mesmo quando esse homem abraça essa mulher e diz que a ama. Ela de uma forma intuitiva de saber  que há uma bagunça ali, e que precisa ser corrigida. Mas, diante do comportamento que ora, é ” uma coisa. Ora, é ” outra”  situação “, essa mulher perde a referência do que é imaginário e o que é real. Então, ela vai vivendo, esperando que o parceiro/parceira mude de atitude e com o tempo, se torne uma pessoa melhor, o que não acontece, porque  elas não conseguem mudar a sua natureza.

Muitos relacionamentos abusivos se prolongam mais tempo do que deveriam, porque há essa falha perceptível da parte da mulher. E obviamente, porque junto a isso, existem outros fatores como o desejo real de ser amada. Então, essas formas de tratamento, mesmo não sendo saudáveis acabam sendo vivenciadas no dia a dia por esse casal. Agora, o que a mulher precisa compreender é que, é interessante ela ter na vida, o que agrega, o que faz bem, o que eleva a sua autoestima. Pensa comigo: Do que adianta você ter uma pessoa que só te põe pra baixo, que faz coisas onde pune você pelos erros dela, e o resultado disso aparece sempre de maneira negativa no seu rosto, no seu sorriso. Adianta alguma coisa, complementar algo de bom em você? Não. Traga para sua vida uma pessoa que tem prazer de estar com você, que tem um diálogo aberto contigo. Alguém que se orgulha, tece elogios bons à seu respeito, fala de você para os amigos, familiares ou pessoas próximas com prazer. Essa pessoa ama você e demonstra esse amor com carinho. Considere esse detalhe, pois ele faz uma diferença enorme em sua vida.

Marii Freire. Quem é abusivo, não se enxerga como uma pessoa que age dessa forma.

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Santarém, Pá 16 de maio de 2024

Michel Foucault

Uma ” alma” o hábita e o leva à existência, que é ela mesma uma peça no domínio exercido pelo poder sobre o corpo. A alma, efeito e instrumento de uma anatomia política; a alma, prisão do corpo.

Michael Foucault. VIGIAR E PUNIR/Nascimento da prisão.
FOUCAULT, Michael. Vigiar e punir: nascimento da prisão; tradução de Raquel  Ramalhete. 42. ed. Petrópolis,  RJ: Vozes, 2014

Marii Freire
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Imagem: Marii Freire
Santarém, Pá 15 de maio de 2024