Clarice Lispecto

” Se sabemos muito pouco de Deus,é porque precisamos pouco: só temos Dele o que fatalmente nos basta.”

Clarice Lispecto. A paixão segundo G.H

PAULINO, Simone. Como Clarice Lispecto  pode mudar sua vida. 1ª ed.  São Paulo: Buzz Editora, 2017

Marii Freire.

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Imagem ( Arquivo Pessoal)

Santarém, Pá 20 de maio de 2024

Amanhã…” de novo!”

Amanhã…” de novo!”

De novo e de novo…repetidas vezes, até você se tornar bom no que faz. O clássico da vida é constituído pelo ato de refazer, fazer e respeitar o caráter especial do que dita as suas regras. Para você se tornar excelente no que faz, precisa insistir, nem que seja debaixo da própria rabugice ou seja ” falar consigo mesmo ( a) que é ” isto ou ” aquilo”, compreende? O sucesso nasce desajeitado. Com o tempo, é que se vai “alinhado” as coisas. Beleza ou graça, você só enxerga no que fadiga os olhos, melhor: no que não se torna desprezível ao coração, nem causa inútil ao que almeja alcançar. Ah,…a vida tem as suas obrigações e, o esplêndido, repito: nasce do difícil.
Todos nós temos oportunidades de melhorar como pessoas; melhorar sobretudo o que fazemos. Ninguém se senta à sombra e espera paciente que a ” mágica aconteça “. Não, às vezes é com desaforo que saímos daquela coisa rotineira e vamos rumo às nossas novas ambições. É com os olhos limpos ou com muita água que se esvazia a tristeza e com isso, buscamos novos propósitos. Veja que interessante: não há nenhuma recompensa ou orgulho do que somos ou nos tornamos, sem esforço e luta. É com essa ciência que nos permitimos ser generosos conosco.
A vida exige esforços, o sucesso exige esforço, o namoro, o casamento, o trabalho dos sonhos. Nada é de graça. Portanto, as nossas previsões para daqui há 10, 15 anos, começa, por levantar a bunda da cadeira e trabalhar. Não está satisfeito (a) com o que tem? Fica por um minuto em silêncio, conta o tempo e, não poupe esforços. Como dito anteriormente, o sucesso exige esforço contínuo. Dinheiro, posição, moda,viagens caríssimas exigem atitudes. “Ah, mas eu não quero nada disso”, só quero ter uma família bem estrutura. Ótimo, trabalhe para atingir esse objetivo. Sinto em dizer, mas ” não há nenhuma escola refinada” que possa lhe auxiliar quanto à essa questão, é você que irá aprender a lidar com o ser humano, assim como, muitas outras situações…repetidas vezes.

Marii Freire. Amanhã. ..” de novo!” Via Facebook

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Santarém, Pá 20 de maio de 2024

A vida não escolhe pausas, mas decisões satisfatórias

Passei tanto tempo aprendendo antes de estar pronta que, hoje qualquer resposta inesperada, já me traz fôlego.

A vida é constituídade oportunidades. ” Sim” ” não ” é resposta esmagadora ou saída majestosa.

Você escolhe!

Marii Freire. A vida não escolhe pausas, mas decisões satisfatórias

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Imagem: Autoral

Santarém, Pá 20 de maio de 2024

Olhares

A linguagem essencial da vida, dar-se porque aquilo que não se avoluma. Mas, por ganhar novo sentido. Este, concebido através de “olhares se permitem ser enriquecidos por meio de muitos aspectos.”

Marii Freire. Olhares

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Imagem: Marii Freire

Santarém, Pá 19 de maio de 2024

Marii Freire

” A verdadeira filosofia reside no silêncio. Saber decifrá- la, já é uma grande vantagem ao homem. “

Marii Freire. Filosofia

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Santarém, Pá 18 de maio de 2024

Marii Freire

” Preso entre os próprios monstros, o homem luta contra aquilo que alimenta.

Marii Freire.

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Santarém, Pá 17 de maio de 2024

A solidão da mulher que vive o relacionamento abusivo e, o que isso reflete em sua saúde

A  solidão da mulher que vive o relacionamento abusivo é extrema. Às vezes, ela vive anos esse tipo de situação; sofre muita coisa calada como, a questão atrelada aos maus-tratos, violência em alguns casos, em especial à violência psicológica e sexual, sem ninguém perceber o que essa mulher suporta tudo sozinha. Há situações que sim, ela divide parte disso, digo  dos ” abusos ” da ” violência sexual ” com pessoas próximas. Essa vítima ( porque ela é vítima desse tipo de situação) é forçada a engolir o choro, a se fazer muitas vezes de forte, porque exite uma relação que precisa muito mais da dedicação dela para sobreviver do que qualquer outra coisa. Claro que, ao se falar de situações como essa, há muitos outros fatores que influênciam diretamente nesse contexto de sofrimento, como também, às vezes essa mulher tem filhos, o que torna tudo mais difícil, porque a atenção tem que ser dobrada, assim como todo empenho a família. Mas não é só isso, são as negligencias diárias, junto a outras situações, como o isolamento total ou parcial da família; a falta de expectativa de que tudo possa melhorar futuramente, o que acaba potencializando esses problemas e o grande monstro psicológico que é a solidão.

” A sensação de abandono para muitas mulheres é real. Elas se sentem cansadas e solitárias. “

” Sozinhas”, elas definham nesse cenário. Da solidão, a falta de apoio, de companheirismo, discussões constantes, o sexo forçado como sabemos que acontece, porque existe o machismo. Neste caso, esse tipo de situação ocorre com frequência, porque vivemos numa sociedade machista e infelizmente, muitos homens se comportam de forma grosseira com essa mulher; usa de manobras ardilosas para forçá-la a ceder, porque ele a convence que é sua obrigação. Não resta outra coisa para essa mulher, compreende? São 10, 18 anos vivendo uma relação dessa maneira. A saúde da mulher fica completamente comprometida. O que acontece? Ela começa adoecer em função de todo esse descaso.

” Infelizmente, ainda se vive numa cultura machista, onde a mulher é muitas vezes, estimulada aceitar a conviver com sbusos e maus-tratos de seu companheiro.”

A mulher que vive um relacionamento abusivo, geralmente, ela é convencida por outra, de que deve permanecer presa a essa realidade  por ” esse” ou ” aquele” motivo. Como dito anteriormente, são muitos fatores que influênciam essa realidade. A solidão vem de maneira a tornar toda essa emblemática em relação à mulher, muito mais comprometedora do que parece. E por que? Porque ela atende as necessidades de todos dentro da família. Às vezes, isso começa no namoro. Claro, ninguém no início, se mostra tão espaçoso para sobrecarregar o outro. Mas em muitos casos, a mulher abraça tudo isso sozinha. Afinal, é educada a suprir essas necessidades. Todavia, ninguém fala do que esse excesso de coisa causa a sua saúde mental e emocional. Ora, é preciso dizer que não estamos vivendo no tempo de nossas avós. Mulher não tem que aceitar ser tratada de qualquer maneira, isolada ou ser violentada sexualmente porque é dever dela servir o namorado, marido ou parceiro/parceira. A época é outra, os direitos dessa mulher também e é sobre isso que chamo a sua atenção.

Toda mulher que vive uma relação disfuncional, ela sofre uma pressão muito grande. Ninguém faz ideia do que essa mulher passa. Assim como, ninguém compreende seus medos, suas dores, seus choros e suas lamentações. É uma pessoa vivendo isolada completamente do mundo, sem muitas expectativas. É uma cena parecida com um “naufrago”. Quem estar ali, vendo o que está acontecendo? Ninguém! É ela presa naquela situação, nadando de um lado para o outro, sem sair daquele lugar. Quer dizer ” nada…nada…e não chega ao outro lado da ilha. Gira em círculos e  passa a maior parte do tempo agonizado sozinha.

A solidão da mulher que vive o relacionamento abusivo é construído com base em estruturas de nossa própria sociedade.

Em outras palavras, essa mulher não tem ninguém; quer dizer, ela é para todo mundo  ( atende as necessidades de todos), mas não tem com quem contar, com quem dividir seus próprios problemas.

Diante do desespero, o que toda pessoa que se sente perdida faz? Ela chora, entra em colapso, a mente não encontra uma direção para ajudá-la a sair e, de repente encontrar a rota certa. É por isso, que muitas precisam de ajuda. É pela dificuldade de se situar novamente num lugar onde, elas  estejam seguras.

Toda mulher que passa por algo parecido, ela adoce. Claro, esse tipo de situação mexe com toda parte emocional e mental de qualquer pessoa. Quantas não são chamadas de loucas? Elas são de fato? Não. Isso é recorrente em todo relacionamento abusivo e, pasmem: parte de toda essa situação, refere-se a negligência vivida por essas vítimas,  porque no fundo, se moldam a isso.

” Sofrer sozinha, sofrer caladas…faz parte da rotina de muitas mulheres. “

O que a sociedade negligencia, que é o olhar sobre essa realidade, na verdade, isso abala a saúde emocional e mental dessas vítimas, de modo que, muitas precisam de ajuda profissional para conseguir se libertar de situações como essa e ter uma vida digna novamente. É isso,  digo ” dignidade “, é a palavra que define melhor essa situação. Relacionamento é bom, desde que, não nos  comprometa a saúde de uma forma tão grave como essa. A gente não deve recuar diante de coisas importantes e é o que essas mulheres fazem; elas se calam e sofrem sozinhas; sozinhas porque o companheiro estar com elas, mas não se importam muito com o que acontece ao redor. Vale ressaltar que tudo o que elas precisam é de atenção, respeito e acolhimento, porque do contrário, se fecham para o mundo e, morrem por conta de um câncer de mama, ou qualquer outra doença ligada ao emocional. Como vemos pacientes, infelizmente morrendo com essas doenças emocionais profundas, tendo como referência em parte, essas causas mencionadas. Apoio e compreensão é essas mulheres precisam para poder se sentir humanas ( quanfo bem tratadas). É importante receber atenção, ser ouvida, tratada com respeito e carinho pela família.

Marii Freire. A solidão da mulher que vive o relacionamento abusivo

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Santarém, Pá 17 de maio de 2024

Marii Freire

” A informação está disponível para a maioria das pessoas. Ignora, quem quer. “

Marii Freire. Via Facebook

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Santarém, Pá 17 de maio de 2024

Marii Freire

O protesto contra esse flagelo social pode vir de todos os lados. Não podemos esperar só pelos nossos juízes, delegados (as), promotoras, advogados ( as) e outros profissionais. Todos nós, enquanto sociedade podemos trabalhar esse problema. O que a gente não pode é fechar os olhos ( invisibilidade) e fingir que ele não existe. Quem comete esse tipo de crime, não é digno de piedade. A pessoa tem que pagar perante a lei pelas suas atrocidades e, não viver impune cometendo mais atos dessa natureza.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher / Violência sexual

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Santarém, Pá 17 de maio de 2024