Brilho Próprio

Ter brilho próprio é importante, porque esse detalhe faz com que o indivíduo seja capaz de se destacar por aquilo que é, pelo que reluz de si próprio, e não pelo o que lhe serve de intermédio.

Mozart, Beethoven e Bach são nomes que nos encantam até hoje, essa turma tinha brilho próprio. E se você analisar, temos muitas referências em diversas áreas da educação, filosofia, astrologia, medicina, direito e outros. O que estou tentando fazer aqui é estabelecer uma conexão com o que afirmo sobre a capacidade que cada pessoa tem de se destacar pelo que é. Veja, na área da educação e conhecimento, podemos dedicar isso a Paulo Freire. Os labirintos humanos, Sigmund Freud, Monja Coen. E você também reflete algo bom? A sua luz ofusca outras pessoas? O que há de bonito aí dentro que, você possa sentir e dizer “ essa qualidade nasceu comigo” o que faço é revelar ela ao mundo.

Brilho próprio a gente não “ inventa” para encantar as pessoas, essa é uma qualidade que nasce conosco, portanto, é fundamental saber a importância disso na nossa vida, tendo em mente que “ nem todos que chegam até nós; chegam com a alma desnuda. Em outras palavras, nem todas as pessoas são autênticas. Muitas chegam trazendo uma doze de veneno, e ao nos abraçar, injetam isso bem debaixo da costela, sabe? É, infelizmente, o abraço é perigoso, porque você nunca sabe quando ele é verdadeiro. De modo que, algumas pessoas fazem uma boa leitura a nosso respeito e se mostram confiáveis. Já em outros casos, não.

É engraçado como a vida é, às vezes, dentre as suas muitas voltas, ela nos possibilita saber o que precisamos ou seja, acaba dando aquele empurrãozinho que nos possibilita saber muita coisa, entre a principal delas, eu diria que perceber o nível de ambição das pessoas que nos cercam. A ambição é capaz de apagar o brilho daquele que se encontra no epicentro do interesse de quem o observa através das sombras.

Diante de pessoas com características como as que são colocadas aqui, é necessário ter cuidado, porque a ambição junto com a inveja, leva o indivíduo, a praticar todo tipo de crueldade com o outro; faz com que essa pessoa seja capaz de elaborar um plano mirabolante com o intuito de causar uma injustiça que a alma não tem a capacidade de curar o dano sofrido só pelo requinte de perversidade. O brilho ofusca; atrai pessoas para perto de nós, pessoas de toda natureza. De modo que, quanto mais iluminado seja o ser humano, mas ele faz com que a face oculta da realidade seja revelada através dos atos de uma pessoa.

“ Brilho próprio é importante, mas tome cuidado, porque ele atrai todo tipo de pessoa “

Como se pode perceber, uma pessoa que consegue se destacar pelo que é, ela tem uma beleza enigmática. Seja uma beleza que se releva na música erudita, onde mesmo que você não entenda o significado, mas isso lhe toca profundamente, assim como com quem é bom. Quem é bom é porque tem pureza no coração e enxerga beleza onde não existe. E uma pessoa má, enxerga essas formas de beleza como um problema.

É importante brilhar, constrastar as nossas nuances; fazendo pousar os muitos olhares sobre nós, mas olhares que também são faróis, sabe o brilho que ilumina? É nesse sentido. Nunca algo que desvia, mas faz com que, os nosso brilho próprio transforme-se no sol que ilumina o mundo.

Marii Freire. Brilho Próprio

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Santarém, Pá 26 de julho de 2025

Livros

De todos os vícios que você tem na vida, capriche naquele que sempre pode te tornar um ser humano melhor; melhor no sentido de ser evoluído. Por isso, leia. Se esforce para manter essa amizade com os livros, com o conhecimento que é um “ norte “ necessário e transformador na vida de qualquer pessoa.

Marii Freire. Livros

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Santarém, Pá 25 de julho de 2025

Violência Contra a Mulher

Há muitas formas de “ calar a boca de uma mulher “, mas nem sempre, a pessoa que tenta fazer isso, ela diz o que pensa de uma maneira direta. Antes, e com astúcia, ela tece críticas ácidas para mostrar como, se sente incomodada com quem procurar “ desqualificar” como pessoa e profissional. Hoje, eu senti isso na pele, – um tom agressivo passivo pessoal, dentro de uma situação profissional. Todavia, eu agradeci em tom educado e respondi de uma maneira direta e objetiva.

Como mulher, profissional e mãe, eu não preciso “ baixar a cabeça pra ninguém “, nem para uma colega de trabalho que, pelo visto, não entende nada de história, e a luta pela construção dos direitos da mulher em nossa sociedade. Foi- se o tempo que uma mulher pedia para falar, dizer coisas como levantar a mãozinha e baixinho a face, quase sussurrando e dizendo: “ eu posso falar?!” Não, eu nasci numa época certa da história, inclusive, onde se contesta justamente a ausência de fala da mulher. É claro que hoje, a mulher fala, se posiciona, diz o que pensa porque esse fato, lhe é um direito. Isso não se trata de “ arrogância “ de minha parte, na prática, isto é, um direito, assim como muitos outros que nos cabem. Portanto:

Jamais ficaremos em silêncio. Durante séculos fomos silenciadas.”

E a ausência de nossas falas, opiniões e posicionamentos, nos deixaram a mercê da própria ignorância. Isso não é “ sensacionalismo “, é fato; é história pura, e que não se pode repetir os mesmos erros. Desta forma, afirmo que “ não gostar da pessoa da Marii, é um direito seu”, assim como “ não gostar da minha maneira de falar” também. Agora, não se muda a história, fazendo silêncio, nem jogando atrocidades debaixo do tapete, especialmente, criadas por comportamentos submissos. Muda sim, quando você se posiciona; quando você sabe que tem direitos e sabe fazer uso destes. Que esse artigo fique para que muitas outras mulheres, possam tomar como exemplo: mulher, você é detentora de direitos, portanto, aprenda a usá-los. E se preciso, inclusive, faça isso na forma da lei.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Santarém, Pá 24 de julho de 2025

Relacionamento Abusivo

Relacionamento abusivo: a mudança deve começar por você

Marii A. Freire. O Amor Verdadeiro Contesta

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Santarém, Pá 23 de julho de 2025

Violência Contra a Mulher

A violência contra a mulher é um acontecimento que transforma vidas diariamente, mas não é visando melhorias, é alcançando números alarmantes de mortes, – e quando não mortes, crueldades de toda natureza.

A mulher não é responsável por evitar a violência, porque essa ocorre independente do seu poder. Ora, nós estamos falando de uma questão muito maior que isso. É algo cultural, tem relação com poder, estrutura e desigualdade

A violência é um problema emblemático, visto que funciona muito bem e fere os direitos das mulheres, especialmente, das que sofrem diversos tipos de violência. E sabe o que mais impressiona? É saber que essa chaga é um projeto. Sim, um “ projeto “ criado e estruturado de forma a promover o poder dos homens e alinhar suas pautas diante do que representa os próprios interesses. Ora, não podemos negar que a mulher ao longo da história “ foi educada para viver relacionamentos abusivos “. Isso na prática, mostra a relação com o pai, irmãos e até mãe. É notório o quanto essa construção coopera para as muitas desigualdades entre os sexos. Se fala de poder de uma organização criada para se promover com o intuito de “ resguardar, de “ proteger “ a mulher como parte” frágil “ da história; um discurso que pela origem da própria trama, foi muito bem elaborado. Mas, no tratante a nós mulheres, não somos “ frágeis “ como se criou e herdou- se essa crença. Tudo isso foi constituído com um único intuito, nos tirar do epicentro da história, principalmente, através do viés da educação, com falas, práticas referentes a cada época, comportamentos alinhados a essa ótica masculina. Por isso, é fundamental falarmos para desmistificar muitas “ verdades “ construídas ao longos dos séculos.

“ A violência representa o pior que temos na sociedade. “

A violência entre elas, a de gênero, é combatida também pelo viés da educação. Veja, se por esse caminho se criou um entrave na vida mulher, é por ele que também se encontra a resposta para combatê- lo. Apesar de existir a lei, que traz uma resposta satisfatória na grande maioria dos casos; não podemos esquecer que esta, só resolve o problema “ do meio para o fim”. Exatamente. A lei não educa; a lei tem a sua eficácia no momento certo, que é quando o Estado conhece a necessidade do cidadão. Todavia, ela não pode educar. Já a educação quando vem trabalhada de forma adequada, ela previne o problema Todavia, não podemos esquecer que este é, enraizada no sistema patriarcal e amplitude disso, gera ainda muitos impactos negativos, assim como questionamentos que, uma vez; tendo suas respostas, inteligentemente respondidas, possibilita vivermos longe da construção de uma sociedade baseada no patriarcado.

Ao se abordar esse tema, sabemos que o problema é muito maior do que se pensa, pois acabar com o privilégio masculino, promove ainda mais a violência, que pelo uso da lei ( do homem feita para os homens), viveram a vida inteira usufruindo disso, tratando com “ normalidade “, esses privilégios; mascarando uma realidade cruel para com as mulheres, inclusive, “ desqualificando a fala feminina” toda vez que a mulher tenta chamar atenção para um direito que é ferido. Esse detalhe é na prática, só uma pequena amostra do que é mexer em estruturas violentas. Afinal, o homem não deseja ter uma mulher na base da pirâmide, nem alçando posições de destaque. Embora, a ela já tenha se destacado muito; já tenha lutado muito, o machismo ainda tem muita força nos dias atuais, o que faz com que não deixemos de enxergar o óbvio, que é ir contra essa prática, para fazer valer os nossos direitos. E só defendendo o que estou colocando aqui, que de fato, se enxerga a mulher como alguém ou seja, um ser humano, não menor, mas como parte importante e digna dos mesmos direitos na história.

A busca por mudanças é fundamental para expandirmos além do discurso. E para isso, é preciso vencer a desinformação, o preconceito e avançarmos em relação aos movimentos . Aliás, quando se fala de preconceito, este já deveria ter sido superado, porque já provamos a nossa capacidade, o que não deixamos de ser ainda foi “ silenciadas”, como de costume, fomos. Temos que ser acolhidas e representadas em todos os espaços, dando voz a muitas outras mulheres, porque é só nos dando as mãos que somos fortes.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Santarém, Pá 22 de julho de 2025

Violência Contra a Mulher

Algumas formas de violência são invisíveis. Todavia, causam danos psicológicos à mulher. Há situações em que o agressor não bate, assim como, ele não deixa hematomas pelo corpo, o que poderia ser facilmente identificado. Mas, causa danos graves à saúde da vítima por meio do que fala ou ainda, a forma de atuar; manipular, controlar e fazer com que a pessoa venha reagir.

A violência psicológica é sutil; nefasta tanto quanto a violência física. A diferença entre uma e outra, é apenas a forma de lidar do agressor e a fragilidade da vítima que a torna incapaz de reagir a forma agressiva do parceiro ou parceira.

Algumas formas de violência são invisíveis; porque não sangram. Porém, deixam marcas profundas na alma.

Quando falo de violência psicológica, chamo atenção a um tipo de acontecimento que faz a pessoa adoecer; muitas vezes sem perceber os “ sintomas “ . Esse acaba sendo o problema: a pessoa não percebe, e quando percebe que isso acontece, é algo relacionado a intimidade. Com isso, inventa desculpas. Em geral é uma vergonha inconfessa, – e ferida que custa cicatrizar; contribuindo para um resultado negativo à saúde mental e emocional da vítima. Eu, falo muita a respeito disso no meu livro: O Amor Verdadeiro Contesta, inclusive, trazendo à baila não só a discussão do tema relacionamento abusivo, como a saúde mental.

As pessoas precisam reagirem a violência ao invés de ignorar; a mulher em especial precisa aprender a se proteger, mas quando falo “ se proteger” não é se esconder, é sobretudo entender que ser tratada de qualquer forma não é normal. Veja, estupidez machuca, depreciar a pessoa que você diz amar, machuca. O laço construído na relação precisa ser honrado, especialmente com pedidos genuínos de desculpas e mudança de comportamento. Agressão não pode virar hábito, e ninguém se acostumar a isso. Quem se ama, diz “ não “ a violência e a qualquer forma de desrespeito.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Santarém, Pá 20 de julho de 2025

Violência Contra a Mulher

Ao falarmos da história da mulher, é necessário fazer esse olhar para trás, para que assim, se possa compreender parte de todo esse processo que envolve a luta por direitos, bem como se encontre os pressupostos que fazem jus as muitas perguntas e respostas que ainda se tem em relação a sua luta; entre elas, o fato de viver uma vida sem violência.
Como é sabido, a mulher recebia uma educação superficial ( quando recebia), já que isso não era importante para uma vida voltada ao lar, especialmente o cuidado com os filhos e marido. Então, dentro dessa perspectiva, ao se observar todo o processo que a mulher enfrentou, desde uma época onde ela sofria restrições de direitos sociais e morais, cabe afirmar que, a mulher vivia dentro de uma ignorância que lhe prejudicava de todas as formas. Em outras palavras, a mulher era educada para sofrer abusos. E neste caso, não se trata só de uma construção social, porque mentalmente, hoje ainda vemos muitas falas e formas de pensar como essa, onde procurar “ privar” a mulher de ter direitos, o que na prática, isso nada mais é do que, resquícios de um passado de negação, de exclusão e vergonha sobre a mulher.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Santarém, Pá 20 de julho de 2025

Escritora

Como escritora, eu abracei uma causa importante que é a violência contra a mulher. Mas não é só isso, é olhar com carinho para a dor humana, e falar com profundo respeito sobre a realidade dessas vítimas. Enquanto, muita gente vive para trabalhar, eu trabalho com prazer em relação ao que faço porque, a gente “ precisa tratar pessoas como pessoas”; usando o conhecimento para tornar melhor a vida delas. Desta forma, o nosso fardo não se torna pesado, pois quem faz o bem transborda naquilo que faz, tornando-se condutor de plenitude.
O meu trabalho é sobre conscientização e resistência. Vamos juntos lutar por essa causa?

Um abraço fraternal!

Marii Freire . Escritora

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Santarém, Pá 19 de julho de 2025

Questione

Questione sempre. Pois, uma mulher que sabe se posicionar e contestar…É melhor preparada para a vida.

Marii Freire. Questione

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Santarém, Pá 19 de julho de 2025

Violência Contra a Mulher

A Violência Contra a Mulher tem aumentado ou será que, é a mulher que tem denunciado mais?

Acredito veementemente que, a violência não tenha aumentado, ela somente vem sendo descortinada, porque se você pegar o mesmo perfil do agressor de anos atrás, vai entender que, o sujeito que se sentia confortável em bater, não mudou. É claro que, houveram mudanças significativas na forma de punição. Neste caso, refiro-me na maneira de se bater; de se praticar a violência em si; tanto que, muitos homens agridem, mas procuram ter cuidado em não deixar rastros. Então, nesse caso, a mudança dar-se na forma de como se pratica a violência; não mudou o comportamento do agente, as suas atitudes é que passaram a serem melhores elaboradas. Quanto a mulher, essa mudou. Como Marii? Mudou o comportamento e as atitudes. Hoje, com a proteção da lei, se observa um número significativo de mulheres que passaram a denunciar. Sim, “ o poder soberano dos Reis e dos maridos”, passaram a ser contestados e não somente tolerados. Crimes encobertos, não mais. Pode-se ter casos ( como sabemos que tem) , e muitos que ainda, infelizmente ficam no anonimato. Todavia, formas cruéis e desumanas de tratamento, vem sendo punidas por meio de instrumentos legais. O que é importante observar neste caso? Que a natureza criminosa continua a mesma ou seja, ela tem a sua continuidade séculos após séculos. A sociedade foi estruturado dessa forma, onde a mulher obedecia a conduta do marido, e a medida que precisa, editava isso para manter o sucesso da relação. Portanto, ao se olhar toda essa problematica, se fala do poder, de uma forma de pensar que não foi abolida diante de nossos costumes. O exemplo bom que fica de tudo isso é que, ao tempo, até mesmo o direito de punir ( dos maridos), em regra, foram limitados, – questionados e puníveis diante de normas estabelecidas pela lei. Mas que, hoje, na prática, isso mantém o caráter de garantir às mulheres, respeito a vida e a sua dignidade.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Santarém, Pá 17 de julho de 2025