Escolha caminhos aos quais, você possa voltar quando precisar. Claro, desfrundo da paisagem, de modo, a nutrir sempre boas recordações. Em geral, essa é uma tarefa muito árdua, já que aqueles que voltam ( quando voltam), tem que curvar os graúdos olhos para as coisas gritantes ( estúpidas) que fez. E uma vez, desinquietos, se regozijar na alegria do próprio gozo.
De acordo com o Juiz Jamilson Haddad/ Cuiabá, entre os anos de 2000 a 2010, 66 mil mulheres morriam no país. Um número comparado aos números de guerra! Então, a (ONU) Organização das Nações Unidas, acabou concedendo uma lei que desse proteção à mulher que é vítima de violência. Com isso, tivemos avanços e discussões a respeito de violência e outros direitos. Ressaltando que hoje, a mulher estando muito mais consciente, ela pode ir até uma delegacia especializada e fazer a denúncia contra o seu agressor. Mais: a lei Maria da Penha tornou-se um norte na vida da mulher que sofria e infelizmente, ainda sofre violência. Sabemos que essa luta é diária e que precisa também que o Estado promova políticas públicas para consolidar cada vez mais esses direitos.
Qual memoria buscamos ressignificar? Editando a história, nós ativamos funções notáveis da inteligência que buscam soluções criativas e marcantes no campo psíquico, fazendo com que possamos interpretar a arte como uma cópia autentica da realidade.
A violência é uma das maiores barbáries cometida contra a mulher durante séculos. Um acontecimento traumatico que da porta para dentro já fez inúmeras vítimas, aliás, faz diariamente em todo munfo. Claro, hoje devido a lei, bem menos. Isso no Brasil, mas em muitos países, essa realidade ainda é constantemente vista. Mulheres que não tem o direito sequer de ir a uma delegacia por viver sobre o poder do marido, onde há países que não tem lei específica à mulher. A violência é uma forma de poder que aniquila a vida de muitas mulheres, que não tem o direito de dizer que sofrem.
Pilar de sustentação fundamental para todo ser humano que crer em Deus, na natureza ou qualquer forma maior que exista no universo. É nela, nesse tecido finíssimo, ao qual nos vestimos, principalmente nos momentos de dificuldades, doenças, desejos ocultos, amores impossíveis, saudade infinitas, pedidos de cura, libertação de algo ou alguma coisa; perdão. Em tudo, há essa ligação, – essa aproximação entre o ser humano e o espiritual. Uma conexão que nem o homem explica em toda sua ciência. Mas que nos coloca na posição de subalternos, a medida em que se deseja “alcançar uma graça” impossilitada na terra. Porém, nutrida e vinda dos céus, como forma de recompensa pelo preço que pagamos: acreditar.
Não brigue com a vida, não a trate como superior ou se sinta inferior. Como seres humanos que somos, temos o potencial para desenvolver a nossa plenitude através de aprendizados. A sabedoria de lidar com os muitos acontecimentos do que vida nos apresenta, reside em se acalmar quando a tempestade mostrar a exatidão de sua força. Toda vez que isso acontecer, não revide na mesma proporção; não brigue porque você perde. Antes, atende-se ao que ela quer lhe dizer; permita-se aprender. Eis, um pilar fundamental para onde você deve voltar a sua atenção: aprender, compreender e retomar as coisas com cautela. Quanto mais consciência o ser humano tem disso, mais ele aprecia a vida, ao invés de ficar parado no meio do caminho. Calma, tudo acontece por uma razão. Se há um sentido para a nossa existência, certamente este começa por fazer o bem a nós mesmos, e depois “ao outro” ou aos outros, na medida de nossa consciência e bondade. Não desperdice a vida com bobagens. Aprenda algo novo quando houver essa necessidade; faça sempre boas escolhas e seja grato ( a) pelos bons momentos.
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