Mulheres Contra Mulheres

Mulheres Contra Mulheres

Eu particularmente, acabo compreendendo muitas situações em relação à mulher em nossa sociedade, principalmente, levando em consideração todo um contexto histórico, a ausência da presença feminina que perdurou durante muito tempo, a opinião que não nos era permitida acrescentar em decisões políticas e uma série de fatos atrelado a nós. Mas hoje, a mulher da contemporaneidade não pode ter fala negativa em relação à outra. Se há, é por falta de informação ou por escolha pessoal. Ora, imagine, descredibilizar a fala de uma mulher (mas não é qualquer mulher) baseado no ” achismo”, como ocorre em relação à Maria da Penha. Há mulheres que afirmam que a história dela é mentirosa, e que esta é inclusive, foi arquitetada com a ajuda da Justiça Brasileira ( farsa), para prejudicar um único homem, o seu ex- companheiro (Heredia). Afinal, a situação da vítima que ficou presa para sempre à uma cadeira de rodas, é o quê, é uma farsa também? Que tipo de ser humano  age com tanta frieza e inclusive, acaba tendo o aval de grupos de direitos humanos para denunciar o seu país por não ser solidário ” as estórias ” contada por ela? Que pensamento retrógrado e “machista” é esse? Sim ( muitas mulheres são machistas na sua forma de pensar), contra àquela que luta justamente, contra a violência? Quantas mulheres morrem por ano no Brasil? Será que temos que viver como muitas ” rezando” por medo da forma de agir do outro? Quantas mulheres são queimadas vivas com ácidos, água quente, mulheres com mãos decepadas, mortas porque a violência é uma máxima em suas vidas? Quem consegue conter essa realidade, assim como a impunidade em relação a tantos crimes? Pode  a nossa Justiça agir com base no achismo? veja, achismo de muitos! Aqui, incluo a maioria, e não só a mulher, porque fala sem ter noção real do problema. Num país que mais mata mulheres no mundo, onde temos também números significativos de processos por conta de violência doméstica, é preciso desenvolver a criatividade para descredibilizar a fala de outra? Creio que não. As pessoas precisam parar de repetir discursos prontos, e procuram analisar a situação de perto. Diariamente, mulheres são violentadas, mortas de forma cruel. E isso precisa ser visto e compreendido pela sociedade que não pode ser aceito.

Marii Freire. Mulheres Contra Mulheres. Via Facebook

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Santarém, Pá 15 de março de 2024

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#Brasil

Mário de Andrade

” Já nada me amarga mais a recusa da vitória

Do indivíduo, e de me sentir feliz em mim.

Eu mesmo desisti dessa felicidade deslumbrante,

E fui por tuas águas levado,

A me reconciliar com a dor humana  pertinaz,

E a me purificar no barro dos sofrimentos dos homens.

Eu que decido. E eu mesmo me reconstituí árduo  na dor

Por minhas mãos, por minhas desviadas mãos, por

Estas minhas próprias mãos que me traem.”

Mário de Andrade. A Meditação sobre o Tietê

ANDRADE, Mário. ( Literatura Comentada). Seleções de textos, notas, estudos, biográficos, histórico e crítico por João Lafetá. 3ª ed. São Paulo: Nova Cultural, 1990

Marii Freire.

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Santarém, Pá 14 de março de 2024

Marii Freire

” Não passe muito tempo alimentando pensamentos sobre fragilidade. Vã é a tentativa de não acreditar em si, quando todos sabemos que somos capazes. Viver não pode ser uma ameaça, mas uma dádiva que recebemos com inúmeros benefícios. Portanto, largue os seus medos e veja de quanto suor e bênçãos a vida é composta diariamente. É verdade que, às vezes muitas preocupações se escondem por trás do sorriso, mas é no limite que a nossa avidez precoce, faz- nos começar tudo novamente.

Marii Freire. Via Facebook

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Santarém, Pá 14 de março de 2024

Violência Contra a Mulher

A maioria das mulheres não se importam com o tema violência. A verdade é que grande parte delas, ignoram completamente a grandeza desse trabalho que tem um significado tão importante, acredito eu em suas vidas. A quietude, atrelada ao silêncio  promove o distanciamento que falsifica essa sensação de segurança, quebrada somente diante de uma tragédia. A mulher não fala, ela não indaga aquilo que é essencial para sua segurança que é ficar em constante estado de alerta. A conscientização acerca do problema é quase uma obrigatoriedade para garantir a sua segurança e sobrevivência, porque nenhuma de nós, somos isentas de não passar por algo tão sério e comprometedor a saúde, como a violência contra a mulher.

” A mulher precisa viver em constante estado de alerta; a violência não escolhe hora, nem local para acontecer.

Um tema vasto e delicado como a violência, é algo que não pode ser tratado com indiferença; pelo contrário, todas devem ter  clareza e discutir acerca do perigo que nos cerca diariamente. Pois, quanto maior é a informação, melhor são as vantagens dessa mulher, sobre aquela que ainda é distraída com a vida ou a que pensa que a única que vai sofrer com o problema, é a filha da vizinha que namora o rapaz que vive na favela. Ledo engano! A violência não escolhe classe social, sexo ou cor. Ela acontece em todos os lares, com a mocinha que se recusa pedir ajuda por se achar suficiente, ou a princesinha que depende de todos a sua volta. A verdade é que, um dia, sem que a gente espere, todas  nós, somos convidadas a sentarmos à mesa, se não for para ouvir relatos, mas para contar as suas dores ou ser solidárias as dores daquelas que partiram e deixaram seus órfãos.

É claro que esse cenário muito difere de uma mulher para outra, o contexto em si, nunca é igual. Talvez, isso até ajude aumentar a distância entre aquelas que não se importam com o problema, por ainda não vivê- lo. Mas, a verdade é que:

” Se certos temas causam incômodo a Eva, Eliza não deve esquivar- se da conversa. Afinal, a discussão não é para impor limites, a Ana. Mas prolongar o prazer à mesma.

Muitos problemas são discutidos quando nos reunimos em volta dela ( mesa). Primeiro, se relata a situação e, a depender da gravidade, se tem o manto protetor de todos que fazem parte da conversa ou se descobre a falta de apoio tão necessário à mulher. Mas devemos compreender que é nesse lugar, onde juntos buscamos soluções para os problemas das pessoas mais próximas a nós. No caso da família, isso se torna muito mais sério, porque se norteia princípios e valores nesse ambiente, onde todos se reúnem almoçam, jantam, se presenteiam. Enfim, cria um elo de ligação muito forte entre os indivíduos que compartilha suas histórias.

O intuito maior de se falar sobre violência é levar informação, sobretudo “conscientizar à mulher” acerca dos perigos. A estatística nos revela que os números sobre mortes de mulheres Brasil são elevadíssimos. Então, não se pode ignorar. Não é porque, eu não sofro violência que, isso não possa acontecer comigo. Não é porque, eu não gosto do tema que não aprecie a conversa; o que não possa é ignorar. Afinal, cada uma é livre para fazer o que quiser, e não buscar atribuir importa somente quando estiver no olho do furacão. É preciso ficar atento aos perigos que acontecem dentro e fora do lar.

Marii Freire. Violência Contra a Mulher

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Santarém, Pá 14 de março de 2024

Escrever

Escrever é algo prazeroso. Eu já escrevi sobre esse tema inúmeras vezes, e desde que decide fazer isso, me sinto uma mulher muito mais confiante, alegre, realizada. Escrever nos faz nos sentirmos à vontade; Escrever é como pegar uma caneta e construír um mundo mágico, composto por histórias nossa, claro.

Quem ainda não escreve deve praticar, acreditar na sua escrita e potencial. Se pode escrever sobre muitos temas como, fé  ódio, amor,medo, coragem ou partir para outro norte, como criar reflexões políticas, optar por temas sociais como violência e vários outros. O importante é não ter limites na escrita. Eu por exemplo, adoro escrever.

” Ahhhh,meu bem, nem te conto. Mas, escrever é uma coisa que me salva todos os dias.

Escrever é uma paixão que desenvolvi desde, nova. A rotina entre os livros, deram o rumo, e a vida encaminhou. E a partir de então, só melhorei a escrita.

Escrevo para melhorar a construção de um mundo que nos faz refletir sobre o que acontece dentro e fora do coração. O mundo é uma porta aberta.  A gente pode se divertir, mas também deixar muita coisa boa.

Marii Freire. Escrever

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Santarém, Pá 13 de março de 2024

Representatividade Feminina

Admiro mulheres que são direção, que se movimentam para que outras tenham voz na sociedade. Um dia falo mais sobre o início dessa história, mas hoje, eu colaboro junto aquelas que começaram essa luta importante acerca de nossos direitos, para que tenhamos um papel importante na história; não um papel de superficialidade, mas justo perante as nossas conquistas. A verdade é que muito temos que lutar para provar que somos capazes; e não só, temos principalmente que ser vista e ter voz. O papel de fala da mulher é algo novo na contemporaneidade, até pouco tempo, era vazio. Então, saber usar esse espaço que também é nosso, é preciso para que sejamos respeitadas como cidadãs. É importante ressaltar que tudo isso é ruidoso, mas traz a certeza de que estamos escrevendo o nosso nome na história.

Marii Freire. Representatividade Feminina

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Santarém, Pá 13 de março de 2024


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Representatividade Feminina

Representatividade Feminina

Cada vez mais, precisamos de mulheres ocupando cargos políticos, mostrando a sua capacidade, bem como fazendo uso de um direito que é seu. Mas o que vemos na pratica, é muitos problemas em relação a isso. A violência política existe, e se destaca com muita força. Essa história de que está diferente, que a mulher vem se destacando cada vez mais, de que em todos os espaços, ela vem atuando e uma série de falácia “vende muito” para mídia. A mulher tem lutando para alcançar esse propósito, sim. Muitas inclusive, até conseguem um lugar de destaque, mas são em espaços mínimos da sociedade. A nossa luta é diária para poder fazer uso de direitos conquistados. Ora, que notório um caso que tem chamado atenção em São Paulo: A COMISSÃO DA MULHER NA CÂMARA, é formada por HOMENS. É ou não é uma tremenda falta de respeito com a mulher? Legalmente, não tem nada que impeça que isso aconteça. Perfeito! Agora, não é porque é legal, que não seja imoral! É vergonhoso, não vermos as mulheres ali, no seu lugar de direito. Essa situação, nada mais significa do que a força do Sistema Social Patriarcalista atuando de forma a ferir os nossos direitos. Essa é uma situação densa que provoca indignação e nos faz perguntar: ” Será que estamos sendo respeitadas mesmos? A igualdade de direitos, se baseia na ótica do direito atribuído a mulher quando for conveniente a todos ?” A minha interpretação é errônea? Quem te viu, quem te vê Thêmis, além da venda nos olhos, atribuiram- lhe também uma mordaça na boca.

Marii Freire. Representatividade Feminina , via Facebook

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Santarém, Pá 13 de março de 2024


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Tempo

” Dedica tempo para conhecer a ti mesmo. A vida não tem script. Num momento, se é feliz; em outro, às mudanças tudo desperdiça no vazio do tempo. Por isso, dedica algumas horas do dia, aos sentimentos saudáveis, olha para o que é valioso, e reflete com sabedoria acerca das coisas que te faz sábio. Pois, a vida é curta e longa, é a arte que nos permite enxergar beleza suscita, ao invés de prestar atenção nas queixas.

Marii Freire. Tempo

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Santarém, Pá 12 de março de 2024

MULHER Do ostracismo à luta pelos direitos nos dias atuais

MULHER Do ostracismo à luta pelos direitos nos dias atuais

Me perguntaram numa entrevista porque eu uso sempre a palavra ” Conscientização ” ao falar do meu livro , e qual era o sentido desta. Eu respondi que: ” Busco conscientizar à mulher no sentido de educar; melhor dizendo – reeducar”. É o que muitas precisam, é saber como agir diante de uma situação de violência, porque às vezes, elas se sentem tão sozinhas, sem direção nenhuma, que você estando ali, auxiliando no primeiro momento ( fazendo essa mulher pensar, se questionar; fazer as perguntas certas, para obter as respostas que ela precisa), é importante para tomar uma atitude posteriormente. Em situações mais drásticas, eu digo mesmo: Vá até uma delegacia e denuncie. Claro, você sabe o quanto é arriscado a mulher viver sob ameaça e tudo mais. Então, conscientizar gente, é trazer clareza, é ajudar. E, fico muito feliz por poder contribuir de forma tão significativa.

Gratidão a todas as pessoas que gostam do meu trabalho!🙏

#mariifreireescritora

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Santarém, Pá 12 de março de 2024


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Violência Doméstica

Violência Doméstica

Falar sobre violência é fundamental para ajudar a mulher que vive esse problema. Muitas não tem o apoio da família e é justamente, por meio de trabalhos como esse, que elas encontram apoio para contar as suas experiências dolorosas.

Marii Freire. Violência Doméstica

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Santarém, Pá 12 de março de 2024


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