É impressionante como há pessoas que dizem que a mulher que sofre violência seja ela, praticada pelo companheiro ou companheira ( o que é comum) isso acontecer por ambos os sexos e, detalhe: conseguir provar que vive esse horror. Sim, porque é um horror (…), além do sofrimento, ter que passar por todo um processo de exposição. Afinal, se faz necessário provar. E pior, ” ouvir de outros homens ” que ela quer ” fama” pela exposição. E quanto as que sofrem e não tem como provar? Porque não sabem como juntar essas provas? Não gravam vídeos, tiram prints de conversas, em especial,refiro-me às ameaças? Às vezes tem quem presenciei o fato, mas não denuncia. Pergunto eu: ” Será que a sociedade também imagina que a mulher quer fama? Se ela se envolve com pessoas influentes, alguém do meio artístico ou política, ela quer ” aparecer?” ( se denunciar) ou na pratica, esse é um direito que todas têm, em casos que envolvem violência, já que que existe uma lei que a protege a mulher? E quanto aquelas que vivem no anonimato? A violência se faz presente em todos os cenários. Ela não escolhe o indivíduo ” A” , ” B” ou ” C”. A violência tem que ser denunciada em todas as esferas da sociedade. É um direito da mulher.
” Crianças que tem intimidade com livros, ao crescer, tornam-se pessoas incríveis. Isso, tanto intectual, como emocionalmente falando. A leitura nos faz ter esse grau de íntimidade com os muitos acontecimentos, assim como “causas” ditas “naturalmente importantes”; uma vez que essa sensibilidade é construída, através de uma visão do que é fortalecido, ainda numa fase em que a criança, passa por um processo de formação a respeito dos próprios valores.
O que não dizem sobre violência doméstica àmulher, é que ela pode (recomecar a vida sem culpa). Muita gente costuma julgar a mulher que decide por um fim a relação, de modo a sacrificá-la, como falar coisas que possa desmotivar ou punir essa mulher, na maioria das vezes, e para isso usam a tática de uma justificativa infalível: ” os filhos” , o que será dessas crianças sem a presença do pai? A mulher por sua vez, pensa fazer algo errado […], e por muito tempo, faz cobranças a si mesma, se achando um ser “pequeno” por não ter condições de conduzir aquela situação. Ledo engano! É muito pior para os filhos assistirem a mãe sofrer do que, ela respirar liberdade. Uma vez que, essa mulher tem direito de reconstruir a sua vida, juntamente com o que restou dos sonhos ( quando resta parte deste). Afinal, muitas saem tão fragilizadas emocionalmente, que sentem uma sensação de impotência, misturada a culpa e o medo de encarar a vida. Mas o conselho que deixo é ” Viva”. A vida pode ser muito mais atrativa na medida que você não se faz de vítima, mas passa a gerir toda uma situação de forma muito mais confiante.
Marii Freire. Violência Doméstica . Via Tik tok, Instagram e Facebook
Toda paixão deixa a gente meio ambiciosa, e se não sabemos nos comportar corretamente, sobretudo ter responsabilidade afetiva para com quem assumimos compromisso, ao invés de caminharmos para plenitude, acabamos sendo conduzidas ao caminho do insucesso.
Todo sentimento requer comprometimento, isso essa humilde escritora vos fala, porque sem interesse genuíno da outra parte, se vive uma REU-lação, ou seja, eu com o meu processo de amar por dois. Amo a mim e, consequentemente, as coisas que invento a respeito do outro, pensando ser por ele amada.
Obviamente, o que escrevo, é mais comum do que se pensa, muitos casais vivem paixões avassaladoras; o que se nota com frequência nesse modelo de relacionamento é geralmente, muito interesse de transformar desejo em sentimento, mas só uma pessoa carrega a responsabilidade de fazer a coisa acontecer.
Nesses romances avassaladores, há muito sacrifício para fazer o Conto de Fadas ter vida. Existe muita insistência de uma das partes, alguém sempre vai ficar cedendo; buscando compreender o parceiro ou parceira, isto é comum, tanto faz o homem ou a mulher assumir essa característica a mais de “amadurecimento” para poder ter o outro a seu lado. Com isso, quem muito se esforça também quer ser recompensado ( a). Talvez, a pretensão venha dessa coisa louca de querer controlar, de viver vagando loucamente nesse labirinto de interesses que mistura amor e crueldade. Crueldade porque, alguém tem que ficar numa posição inferior para ter tão pouco, e mesmo assim, ser capaz de se sentir confortável nisso tudo.
Não se compreende muito bem, o porquê do indivíduo concordar em a assumir esse papel de pequenez dentro da relação, de viver à sombra dos desejos e mandamentos do outro, mas vive. E por conta disso, até se ceifa a vida de quem se diz amar. Na história há inúmeros relatos de quem agiu sob violenta emoção. E em nome do amor ou ausência deste, matou a outra pessoa por no final só restar indiferença. É estranho refletir sobre o que as pessoas fazem por um ” punhado” de atenção e receptividade. A mim, não cabe julgar. Mas dizer talvez, sem querer justificar algo que lhes afligem, que:
” O que me assusta é a violência das paixões avassaladoras. Se a gente não toma cuidado, a vida desbota ( perde o sentido) e o que sobra disso vira trapo.
A vida acaba. Repito: ” A vida acaba!”. Ninguém confie que felicidade e amor são para sempre. Nem queira justificar as loucuras que se faz em nome de amamos. Dependência é algo muito ruim, porque nos leva a perder as rédeas da situação. É importante comprernder que amar é muito bom, mas quando temos esse amor genuíno vindo da outra parte. O resto é imaginação de romance que lemos, e que na maioria das vezes, nem acontece. Portanto, ao amar alguém, veja se existe uma troca genuína de sentimentos, comportamentos e ações. Amor é para aflorar aquilo que temos de melhor, é preciso dizer que amor que machuca, não vale a pena. Vale sim, se a soma do que vivemos nos transforma em seres humanos melhores.
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