A igualdade é um ideal a ser alcançado. E embora lutemos para chegar a esse objetivo; temos que admitir que as ameaças são reais. Evidente que para muitos, a solução é contraditória e nunca conseguiremos banir as diversas formas de desigualdades, especialmente pelo egocentrismo, o desejo pelo poder, a violência a pobreza e tudo que advém disso. E também porque se observa que a classe rica e ( cheia de privilégios ) se torna cada vez mais rica, justamente por asfixiar a pobre; fazendo com esse sonho pareça cada vem mais longe, tornando portanto, esse um mundo mais injusto. Todavia, não podemos esquecer que o oxigênio para seguirmos em frente, vem da luta; vem da [ consciência] que é uma verdadeira bússola ao despertar. Aqui, não falo em fim da pobreza; a não ser a pobreza mental de alguns, porque isso sim, é importante acabar.
Quando se fala em igualdade, eu sou realista e procuro afirmar que “ num mundo melhor, é possível viver”, desde que todos tenham acesso à Justiça e ao Estado de Direito. O correto não é “ vender as pessoas um sonho de papel “ é ajudar a fazer com que elas pensem e encontrarem suas respostas. Eu sei que é possível, desde que se queira e se aprenda a fazer barulho que em parte, é silêncio, especialmente quando se trata de direitos.
Só é possível construir um mundo com igualdade e justiça, por meio da consciência. Sem esse requisito, a parte rica de privilégios “ decide o resto.”
E por que esse outro lado ( parte rica) decide o resto? Porque os ricos; os países visto como superpotência ( Estados Unidos), conseguem o que querem por meio da força e outras ameaças. Temos uma parte rica e privilegiada que ainda toma as maiores decisões sobre o que acontece ou não. Enquanto isso for uma realidade, temos que lidar com inúmeras dificuldades sobre tudo o que aprendemos e observamos ao redor mundo.
Não se pobre acabar com a pobreza ao redor do globo, mas diminuir as muitas desigualdades como disse anteriormente, é possível, desde que [ se queira]. Os chefes de Estado têm muito a contribuir! A igualdade é a direção certa, e mesmo que isso pareça distante, não podemos desistir, porque lutar; lutar pelo fim das injustiças também é processo e não há ganho sem essa consciência. Há muitas vozes que se juntam, muitas mãos que se unem para sustentar o que se chama de dignidade humana. Certamente, esta , começa com ações de homens e de mulheres que lutam contra a violação de regras inspirando e encorajando também outras pessoas. Isso é revolução; isso é transformação.
Marii Freire. Igualdade
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Imagem: Marii Freire
Santarém – PÁ, 6 de março de 2026/Amazônia, Brasil
