Violência Doméstica

O combate a violência doméstica é uma luta constante. E sabemos que hoje, especialmente em por conta da promoção de debates, de falas; discussões sobre o tema tanto por parte de profissionais como pessoas comuns que procuram compreender e identificar os primeiros sinais de violência, esse assunto tem ganhado muito mais visibilidade tanto na mídia, como em rodas de conversa; reuniões familiares entre outros. É claro que, não podemos deixar de dizer que isso é um avanço importante para conhecer e combater o problema que é comum entre nós.

Quando se fala em violência doméstica não podemos esquecer que o primeiro passo é nomear os abusos e toda falta de respeito que se vive. A falta de respeito por si só, ela leva a violência. Pois, a pessoa que usa da boa fé da outra, para cometer pequenas atitudes que ferem os valores e a dignidade, e posteriormente, se sente confortável em humilhar, menosprezar e bater, certamente é alguém que tem caráter um duvidoso. Ora, quem ama não machuca.

Se você perceber que o amor dói; desconfie”

O amor não diminui, não inferioriza, não trata com indiferença. Se o que você vive é justamente dor, vigilância, situações humilhantes, controle e manipulação; entenda: isso não é uma relação saudável. O amor não nos adoece; pelo contrário, quando existe, ele nos torna seres humanos melhores.

Essa ideia de que “ o amor tudo suporta” é controversa. Por isso, existe a necessidade de falar, e não aceitar certas colocações de pessoas que tem uma fala de cunho machista e, inclusive, faz uso de manobras ardilosas para impor limites que estão em acordo com o próprio conceito pessoal de alinhar os interesses particular ao outro. Veja, é preciso respeitar a individualidade de cada pessoa. Relacionamento não é imposição. É sim, conseguir “ acordar “ pontos de vista em comum; é ter propósito, sonhos e objetivos que faça a relação ter equilíbrio. É o mais importante: saber se relacionar. Quando uma mulher e um homem compreendem isso, não há a necessidade de imposição, de gritar ou agredir para fazer valer a vontade do outro. Quanto mais se fala; quanto mais se conscientizar, mais as pessoas procuram respeitar uma as outras. Pois, se falta respeito, sobra violência e atos de selvageria de toda natureza.

O tema é extenso, mas é preciso abordar de forma profunda. Pois, não é possível aceitar conviver com violência. Hoje, mais do que nunca se faz necessário dizer que quanto mais informação, menos a mulher se deixa maltratar. Pois:

“ Conscientização e denúncia “ são mecanismos importantes no combate a violência.

Você sofre ou sabe de alguma mulher que esteja sofrendo, denuncie.

Hoje, a informação mais do que nunca, é uma grande aliada da mulher. Por isso, quanto mais ela fala sobre o assunto; quanto mais se informa e denuncia ( porque sabe como fazer isso), mais essa atitude dela encoraja as outras, a fazer o mesmo.

Diga não a violência!

Marii Freire. Violência Doméstica

https://Pensamentos.me/VEM comigo!

Imagem: Marii Freire

Santarém, Pá 8 de janeiro de 2026/Amazônia/Brasil

Publicado por VEM comigo!

⚖️ Bacharela em direito, Pós - graduada em Direito Penal e Processo Penal. 📚 Autora: MULHER Do ostracismo à luta pelos direitos nos dias atuais e O Amor Verdadeiro Contesta. Ambas as obras são lançadas em parceria com a Editora Viseu/ Brasil. . Palestrante