Todo caminho, trata de escolhas; liberdade que contempla algo ou alguma coisa. Se há alguma espécie de exigência, especialmente quando se trata de busca individual, não se parcela esse tipo de negociação. Às vezes, você ignora, se acomoda. Mas quando se depara com a nudez da alma, a ambição cresce e o interesse próprio, cria oportunidade para o ato heroico. Postergar algo que é imaculado em nós, é como assumir a mancha pela culpa vergonhosa de negar o real sofrimento. Portanto, caminho errante ou solitário, é melhor do que reclusão utópica.
Embora repetidas vezes na vida, você percorra a mesma trilha, o importante é ter o pé no chão, de modo que esse contato com a terra, signifique uma experiência prazerosa. Você pode caminhar sozinho (a) e ainda assim, se sentir cercado (a) pela boa companhia de personagens internos incríveis, justamente quando se trata de atravessar a fronteira do desconhecido.
” Vida é tudo aquilo que não renunciamos.”
Aquilo que chamamos de vida, tem que ser um acontecimento prazeroso, pleno e sustentado pelo que definimos como ” felicidade”. E para isso, é necessário que a gente não se canse de tentar, sobretudo, não perca a esperança, assim como também a corage de ser livre. Pois do contrário, todo caminho é de descaso, e abandono. A felicidade não se define pelo que é momentâneo, mas pelo que nos faz sentir vivos.
Marii Freire. Caminho
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Imagem: Marii Freire
Santarém, Pá 12 de outubro de 2024

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