A consciência provoca, incita constrói uma pergunta, especula o processo. Se a falta, e a depender da situação, sem estímulos a qualquer forma de desafios ao ser humano, um acontecimento por exemplo, pode dar-se por encerrado, porque há uma limitação. Na verdade, há muros que impedem as pessoas de discutir sobre algo/ alguma coisa que seria proveitoso ou que seria transformador em virtude da consciência. Esta, que se torna necessária ao mundo, por ampliar digamos assim, “horizontes ” dentro desse processo de transformação simultânea que, por meio da razão, permite- nos, re- descobrirmos como indivíduos que manifesta as suas intenções, condições, esboça, comunica, se projeta, movimenta. Quer dizer, a consciência é necessária, pois do contrário, se permanece preso dentro de um vazio, onde nada se produz. A consciência ajuda sobretudo, o indivíduo a si redescobrir; uma vez que ela cria, permite a comunicação. Claro- de forma saudável. Sem isso, tem- se uma comunicação limitadora, de modo, que esta, não permite, nem que eu olhe para o outro e veja que ele tenha direitos. Obviamente, neste caso, imponho condição, não abro caminhos a possibilidade, porque não existe comunicação a respeito de valores a ser discutidos. Quem comunica, cria pontes, justamente que ajuda a “ensinar o outro” ou aos outros, a derrubarem muros dentro desse processo que muitas vezes, se torna impeditivo, áspero, culturalmente falando. A medida em que, o indivíduo se tornar flexível, por ” criar” possibilidades, ele também alcança novas fronteiras.
Palavra é ação, pensamento que constrói. E consciência, fesfaz vazios.
Marii Freire. Consciência/ Via Facebook
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Santarém, Pá 26 junto de 2024
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