” Já nada me amarga mais a recusa da vitória
Do indivíduo, e de me sentir feliz em mim.
Eu mesmo desisti dessa felicidade deslumbrante,
E fui por tuas águas levado,
A me reconciliar com a dor humana pertinaz,
E a me purificar no barro dos sofrimentos dos homens.
Eu que decido. E eu mesmo me reconstituí árduo na dor
Por minhas mãos, por minhas desviadas mãos, por
Estas minhas próprias mãos que me traem.”
Mário de Andrade. A Meditação sobre o Tietê
ANDRADE, Mário. ( Literatura Comentada). Seleções de textos, notas, estudos, biográficos, histórico e crítico por João Lafetá. 3ª ed. São Paulo: Nova Cultural, 1990
Marii Freire.
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Imagem ( Arquivo Pessoal)
Santarém, Pá 14 de março de 2024

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