Em briga de marido e mulher, é preciso sim, meter a colher

Em briga de marido e mulher é preciso intervir. É preciso conversar, dizer a mesma que, em hipótese nenhuma ela tem que conviver com a violência.

É saibo que o silêncio é uma ” das” principais causa de morte entre as mulheres. Então, quanto mais você alertar e encorajar essa mulher a fazer a denúncia, mais se trabalha para tentar diminuir essa triste estatística no mundo que é a violência contra a mulher.

A violência doméstica acontece dentro dos melhores e piores lares. A relação íntima do casal se vê afetada quando o agressor cativa essa violência de modo que, fere os direitos dessa mulher. Um dia, diante de um desentendimento, ele fala coisas que cooperam para o sofrimento físico da vítima. Evidentemente que, tudo abala o psicólogo, situações como: como xingamentos, menosprezo dessa mulher, o distanciamento dos amigos e parentes E aqui, a coisa que considero mais interessante: ele a mantém em cárcere privado. Exatamente. Por conta de um controle excessivo, esse homem pode usar todas as formas para ter essa mulher em rédeas curtas. Em outra situação, o homem já compreendendo que ganhou mais espaço, ele aumenta o grau dessa violência. De repente, pode empurrar, pegar pelo braço ou cabelo, socar essa mulher contra a parede, inclusive “causar alguma lesão”. É por isso que se precisa fazer um trabalho de alerta. É necessário dizer a essa mulher que vive em situde violência que, ela não precisa passar por nenhum tipo de sofrimento ou situação constrangedora para viver com ninguém.

Os maiores índices de violência hoje, vem de marido e ex-companheiros. A mulher quando tem coragem para fazer uma denúncia, necessariamente, não significa que ela esteja livre dessa violência. Às vezes, o ex-marido, ou companheiros, esses homens continuam causando algum tipo de transtorno à mulher. Tem a questão das ameaças que ocorriam no casamento, e que é comum com o rompimento da relação acontecer também. Há o monitoramento, as perseguições. É por isso que é importante fazer uso das medidas protetivas e o afastamento do agressor, inclusive a fixação de limite mínimo de distância. Você acha que se um homem respeitasse de verdade a mulher, teria porque o Estado intervir? Evidente que não. Quando as ordens judiciais são determinadas, essa tentava é para preservar a vida da mulher que já passou por inúmeras situações de violência nas mãos do agressor.

” Em briga de marido e mulher, é preciso sim, meter a colher “

A mulher que precisa de Medidas Protetivas pode pedir:

. Nas Delegacias de polícia (DP) e Delegacia de Defesa da Mulher ( DDM)

No Ministério Público e

. Por meio da Defendoria Pública do Estado

Essa mulher tem que saber usar a lei a seu favor. O que ela não pode é ficar sempre refém do silêncio, ou esperando que esse homem mude e volte a ser o que era antes.. A maior advertência em relação ao comportamento agressivo do comportamento é essa: ” O agressor não muda”.

Hoje, a mulher conta com a proteção da Lei. Ela não está sozinha nessa situação. Mas é preciso tomar a decisão de que: Tem que parar de sofrer. A única responsável pela saúde e felicidade dela, não é o homem que diz amar, é ela mesma.

A mulher precisa se conscientizar que o amor não pode ser baseado na dor, sofrimento ou maus tratos. E que, no dia que o homem amar verdadeiramente uma mulher, ele não a fará sofrer, porque o sofrimento reflete exatamente a ausência desse amor.

Marii Freire Pereira.

https://Pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem & criação: Marii Freire Pereira/ Pensamentos.me/ VEM comigo!

Fonte:

https://www.mpsp.mp.br

Santarém, Pa 15 de dezembro de 2021

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós- graduada em Direito Penal e Processo Penal.

3 comentários em “Em briga de marido e mulher, é preciso sim, meter a colher

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Em briga de marido e mulher, é preciso sim, meter a colher

Em briga de marido e mulher é preciso intervir. É preciso conversar, dizer a mesma que, em hipótese nenhuma ela tem que conviver com a violência.

É saibo que o silêncio é uma ” das” principais causa de morte entre as mulheres. Então, quanto mais você alertar e encorajar essa mulher a fazer a denúncia, mais se trabalha para tentar diminuir essa triste estatística no mundo que é a violência contra a mulher.

A violência doméstica acontece dentro dos melhores e piores lares. A relação íntima do casal se vê afetada quando o agressor cativa essa violência de modo que, fere os direitos dessa mulher. Um dia, diante de um desentendimento, ele fala coisas que cooperam para o sofrimento físico da vítima. Evidentemente que, tudo abala o psicólogo, situações como: como xingamentos, menosprezo dessa mulher, o distanciamento dos amigos e parentes E aqui, a coisa que considero mais interessante: ele a mantém em cárcere privado. Exatamente. Por conta de um controle excessivo, esse homem pode usar todas as formas para ter essa mulher em rédeas curtas. Em outra situação, o homem já compreendendo que ganhou mais espaço, ele aumenta o grau dessa violência. De repente, pode empurrar, pegar pelo braço ou cabelo, socar essa mulher contra a parede, inclusive “causar alguma lesão”. É por isso que se precisa fazer um trabalho de alerta. É necessário dizer a essa mulher que vive em situde violência que, ela não precisa passar por nenhum tipo de sofrimento ou situação constrangedora para viver com ninguém.

Os maiores índices de violência hoje, vem de marido e ex-companheiros. A mulher quando tem coragem para fazer uma denúncia, necessariamente, não significa que ela esteja livre dessa violência. Às vezes, o ex-marido, ou companheiros, esses homens continuam causando algum tipo de transtorno à mulher. Tem a questão das ameaças que ocorriam no casamento, e que é comum com o rompimento da relação acontecer também. Há o monitoramento, as perseguições. É por isso que é importante fazer uso das medidas protetivas e o afastamento do agressor, inclusive a fixação de limite mínimo de distância. Você acha que se um homem respeitasse de verdade a mulher, teria porque o Estado intervir? Evidente que não. Quando as ordens judiciais são determinadas, essa tentava é para preservar a vida da mulher que já passou por inúmeras situações de violência nas mãos do agressor.

” Em briga de marido e mulher, é preciso sim, meter a colher “

A mulher que precisa de Medidas Protetivas pode pedir:

. Nas Delegacias de polícia (DP) e Delegacia de Defesa da Mulher ( DDM)

No Ministério Público e

. Por meio da Defendoria Pública do Estado

Essa mulher tem que saber usar a lei a seu favor. O que ela não pode é ficar sempre refém do silêncio, ou esperando que esse homem mude e volte a ser o que era antes.. A maior advertência em relação ao comportamento agressivo do comportamento é essa: ” O agressor não muda”.

Hoje, a mulher conta com a proteção da Lei. Ela não está sozinha nessa situação. Mas é preciso tomar a decisão de que: Tem que parar de sofrer. A única responsável pela saúde e felicidade dela, não é o homem que diz amar, é ela mesma.

A mulher precisa se conscientizar que o amor não pode ser baseado na dor, sofrimento ou maus tratos. E que, no dia que o homem amar verdadeiramente uma mulher, ele não a fará sofrer, porque o sofrimento reflete exatamente a ausência desse amor.

Marii Freire Pereira.

https://Pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem & criação: Marii Freire Pereira/ Pensamentos.me/ VEM comigo!

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https://www.mpsp.mp.br

Santarém, Pa 15 de dezembro de 2021

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Bacharela em direito, Pós- graduada em Direito Penal e Processo Penal.

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