Quando partimos, a única coisa que deixamos é o nome

A frase é da apresentadora, Ana Maria Braga. Não por acaso, acabei vendo essa dose de filosofia hoje, e confesso que gostei, porque ela me permitiu, dentre outras coisas, observar alguns valores raros. Essa colocação feita por Ana, foi algo que me chamou atenção porque nos faz olhar para a vida com mais coragem, principalmente depois das perdas. Ana dizia ainda que, quando nascemos, a primeira coisa que nos colocam é um nome. E aí, passamos a ser reconhecodos por ele. O que construímos ou deixamos de fazer, o nome é a maior referência na vida de uma pessoa.

Segundo Ana, engana -se quem pensa que é o sucesso que a pessoa faz, ou os bens, casa, dinheiro, propriedades. Nada disso, porque quando você volta novamente, ou seja, quando você morre, ‘ feliz é quem consegue deixar um nome’.

É impossível separar o nome de nossas atitudes, se ingênua ou não, somos vistos, melhor: somos avaliados pelo o que permanece conosco, a vida inteira, e depois dela também.

Se fizermos boas escolhas, essas trabalhadas sempre com paciência. Segundo o Kant, ” A paciência é amarga, mas seus frutos são doces”. Nós, poderemos colher bons frutos. E esses frutos serão capazes de produzir novos frutos. Isso é o que conta. A paixão pela vida, a forma de como trabalhamos, tudo soma, porque no final das contas, nos tornamos especial não só por fora, mas também por dentro. O que aprendemos e ensinamos, também consta como critério para que esse nome permaneça na mente daqueles que nos amam. Um beijo, um abraço, um elogio, uma palavra amiga, são capazes de fazer-nos permanecer nas lembranças das pessoas por anos. Às vezes, uma vida inteira.

Não é atoa que ficamos surpresos com histórias de pessoas que podem ser próximas ou ainda, um nome que serve como preferencia por uma profissão exercida com maestria. O que fica de verdade e é espetacular, é o mundo que essas pessoa produzem ao redor delas, e considera-se também aquilo que ganham por levar em conta valores que não podem ser substituídos, porque são entendido a como valores essenciais. Quem não faz coisas boas também acaba se tornando uma referência. Pode não receber elogios, mas ainda assim, torna-se uma lembrança que será diferenciada entre as outras. Isso funciona como uma marca de cada pessoa, ou seja, as nossas ações é o que pesa no final.

A vida inteira precisamos conseguir ser pessoas capazes de despertar nas outras sentimentos bons, ser gentil, conseguir suavizar a vida ( mesmo nos piores momentos), para quando chegar o nosso ‘ entardecer ‘, a gente consiga fechar os olhos e ser uma boa lembrança na vida de alguém.

Marii Freire Pereira

https://pensamentos.me/ VEM comigo!

Imagem & criação: Marii Freire Pereira

Santarém, Pá 8 de dezembro de 2020

Publicado por VEM comigo!

Bacharela em direito, Pós graduada em Direito Penal e Processo Penal.

3 comentários em “Quando partimos, a única coisa que deixamos é o nome

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